sábado, dezembro 26, 2009

CHEIRO A MOFO

> A mensagem de Natal que o primeiro-ministro dirigiu aos portugueses não era para os portugueses. José Sócrates enganou-se no povo. Ou, possivelmente, teria como destino os habitantes das Berlengas e de Porto Santo, populações que geralmente não estão a par do que se vai passando no país.
Sócrates, com a lata do costume, e por isso, já lhe chamam o Zé Latão, veio com um discurso abominável, uma fotocópia de 2008, desprezível q.b.. Repetiu a receita do ano passado e voltou à crise internacional como se a crise interna que ele sustentou desde 2005 nunca tivesse existido, à determinação falsa e à solidariedade que nunca teve para com ninguém.
As palavras, sobretudo quando repetidas e a cheirar a mofo, não resolvem qualquer problema dos portugueses, muito menos se proferidas por um Sócrates em confronto com todos os que o rodeiam. Foi um discurso de Natal sem bolas...

1 comentário:

Jorge Cabral disse...

Amigo João
Não esperava que isto o surpreendesse.
Sócrates é voluntarioso mas a medíocridade em pessoa. Fala muito e nunca se cala porque não tem consciências das barbatridades que profere.
O País não está assim por acaso.
Há muito que afirmo que enquanto a democracia estiver ao serviço das máquinas partidárias que só sabem promover gente incapaz, será sempre assim.