



























Após dedicar a vitória à família, Obama alertou para os desafios que terá de enfrentar. «Sabemos que nos esperam os maiores desafios de sempre. Duas guerras, um planeta em perigo e a maior crise financeira de sempre», frisou. Contudo, o senador do Illinois manifestou confiança no «povo» norte-americano para ultrapassar os obstáculos.
«Muitos não irão concordar com tudo o que decidir. Mas serei sempre honesto convosco. Vou ouvir-vos, especialmente quando discordarmos. E vou convidar-vos a participarem na tarefa», afiançou.
Obama deixou ainda uma mensagem para os outros países: «Àqueles que querem destruir o mundo: Nós vamos derrotar-vos (...) àqueles que querem construir a paz: Nós vamos ajudar-vos».
O candidato vencedor elogiou ainda o seu adversário, John McCain. «[Ele] passou por coisas por este país que a maior parte de nós nem consegue imaginar. E o país está hoje melhor graças ao seu sacrifício», afirmou.

O belo cavalo 'Viewed' treinado pelo veterano Bart Cummings venceu a 'Melbourne Cup', a corrida de cavalos a galope mais famosa de toda a Austrália. Bart Cummings, com 81 anos, acaba de vencer a sua 12ª 'Melbourne Cup', o único acontecimento que faz parar todo o país. Fiquei muito feliz porque o meu filho está a trabalhar com este grande campeão.
Em Portugal a economia continua de rastos porque a Santa Casa da Misericórdia continua a boicotar a existência de corridas de cavalos a galope.

Miguel Cadilhe, presidente do BPN, deixou o país estupefacto ao contrariar o que o ministro das Finanças tinha afirmado quando anunciou ter sido obrigado a nacionalizar o BPN e que fora o Governo a investigar as fraudes. Cadilhe sublinhou que foi ele próprio que investigou, concluiu e apresentou as queixas ao Ministério Público. Cadilhe mostrou-se contra a decisão do Governo de nacionalizar o banco. Para o ainda presidente, o Governo não se viu obrigado a nacionalizar a instituição como afirmou ontem o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos. “A nosso ver o Governo quis, preferiu, optou, não foi obrigado a nacionalizar. Na verdade, não vislumbramos as reais motivações de uma tal opção do Governo”, afirmou o ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva.
"Neste momento estamos com os accionistas, alguns dos quais muito recentes que confiaram em nós. A nacionalização vai exigir muitos mais capitais públicos do que a proposta que fizemos ao Governo, que compreendia a tomada de acções preferenciais remuneradas no valor de 600 milhões de euros, além do plano em curso de injecção de capital no banco e venda de activos", acrescentou. Miguel Cadilhe disse ainda que o Governo não foi obrigado a nacionalizar o banco, dizendo que se tratou de uma opção política. O ex-ministro das finanças disse ainda que não vai ficar à frente do BPN nacionalizado. "Isso nunca", disse. "Não foi a solução que propusemos". E referiu que o "surpreendeu a dimensão e intensidade dos problemas" que encontrou quando há quatro meses chegou ao banco.
O presidente do Banco Português de Negócios fez questão de sublinhar bem que o Governo e o Banco de Portugal não disseram a verdade quando anunciaram a nacionalização do banco. O ainda presidente afirmou também que se manterá no cargo enquanto os accionistas forem os mesmos mas que sairá quando o processo estiver terminado, ainda que coloque desde já o seu lugar à disposição.
Cadilhe acusou o governo de mentir, na redacção da proposta da lei da nacionalização que enviou à Assembleia da República, ao referir que foi a “acção inspectiva do Banco de Portugal” que detectou imparidades omitindo que “foi através das auditorias extraordinárias, por nós mandadas fazer, que o volume de imparidades foi determinado”, afirmou.
Miguel Cadilhe começou a conferência de imprensa a dizer que havia feito nos quatro meses que leva à frente da instituição “o que outros não fizeram em quatro anos”. Se houve falhas, e graves, foram “da regulação, e do Estado". Com a opção agora tomada pelo Governo, Cadilhe diz que os cofres de Estado vão sair mais onerados: "Esta nacionalização vai exigir muito mais capitais públicos do que o exigiria a nossa proposta, aliás de natureza distinta, porque apostava nas acções preferenciais, remuneradas, e também no reforço dos capitais privados", afirmou.
Accionistas
O presidente do BPN assegurou que os aumentos de capital privado estavam previstos e que só foram adiados “por razões de incerteza quanto à deliberação do Governo” sobre a proposta estrutural do banco porque “é evidente que nenhum accionista privado aceitaria injectar capital em 31 de Outubro para vê-lo nacionalizado em 2 de Novembro”.
Aliás Cadilhe fez questão de vincar “bem o antes e o depois” da altura em que entrou no BPN, no fim de Junho de 2008, quando foi eleito. “Surpreendeu-nos a dimensão e a densidade dos erros passados. Surpreendeu-nos a reincidência continuada. Entregámos a advogados independentes a indagação de casos danosos ou ruinosos, assim como diligências de regularização e recuperação”, explicou, considerando também que “os responsáveis não devem ficar impunes”, pelo que chegaram a avançar com processos-crime.
“Não obstante o longo e grave peso do passado, não obstante as dificuldades, entendíamos, e entendemos, que era possível regenerar o banco e o grupo SLN. Preocupava-nos a protecção dos clientes, depositantes, colaboradores e accionistas”, acrescentou o responsável que se mostrou bastante preocupado com estes últimos que não têm culpa das “práticas do passado”. Cadilhe disse, ainda, desconfiar se o Governo ponderou na sua decisão que na instituição trabalham cerca de 6500 pessoas “em empresas que vão desde a saúde às novas tecnologias”.

| Cerca de 65% das gasolineiras espanholas já vendem gasolina a menos de um euro por litro e cerca de 14% vendem gasóleo a menos desse valor, segundo dados divulgados hoje pelo Governo espanhol. De acordo com o Ministério da Indústria, Turismo e Comércio espanhol, o preço médio do litro de gasolina cifra-se actualmente em 99,6 cêntimos e o do gasóleo ronda os 102,2 cêntimos, com variações significativas entre gasolineiras. Parte da variação, explica o Governo, deve-se ao facto de algumas regiões autónomas aplicarem o chamado "cêntimo sanitário" ao preço da gasolina, uma taxa que leva a variações significativas no preço por litro de uma localidade para outra. O Governo de Zapatero fez as contas a 7.430 estações de serviço em todo o país - excepto as ilhas Baleares, Ceuta e Melilla - confirmando que a tendência de queda dos preços se consolidou. Assim, a gasolina de 95 octanas vende-se por menos de um euro em 4.445 das estações de serviço analisadas. Em algumas regiões como o País Basco, esse número atinge quase a totalidade dos postos de abastecimento, enquanto em zonas como a Galiza ou Madrid apenas metade das gasolineiras aplicam esses preços. O gasóleo, o combustível mais consumido em Espanha, vende-se abaixo do um euro por litro em 1004 estações de serviço. |
O blogue Psicolaranja, o Câmara de Comuns e a Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa juntam-se para acompanhar a "all night long" e os grandes acontecimentos da noite eleitoral nos EUA. O Paulo Colaço convida os interessados nas eleições americanas a estarem amanhã, pelas 23.30 horas, no Bar Velho da FDL.












Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com