terça-feira, outubro 12, 2010
TVI BAIXA AUDIÊNCIAS
quinta-feira, julho 29, 2010
quarta-feira, abril 07, 2010
PAIS DO AMARAL FORA DE MODA
quarta-feira, março 03, 2010
MOURA GUEDES É UMA MENTIROSA
quarta-feira, novembro 25, 2009
NÃO SE RIAM
domingo, outubro 25, 2009
MARCELO NA TVI
quarta-feira, outubro 14, 2009
O FIM DO JORNAL DE MOURA GUEDES FOI ILEGAL
quarta-feira, setembro 16, 2009
VAIS VER AS AUDIÊNCIAS DAQUI A UM ANO

TVI Novo director de informação
> "O jornalismo de investigação é uma área obrigatória do grande jornalismo, mas não podemos criar uma secção Freeport", disse Júlio Magalhães, que hoje assume a nova direcção de informação da TVI, em entrevista ao 'Público'.
"Qualquer dia tínhamos de criar uma secção do caso Portucale, outra do caso Casa Pia", acrescentou.
Júlio Magalhães vem hoje do Porto para Queluz de Baixo para assumir o lugar de novo director de informação da TVI, num momento de grande tensão relacionada com o fim do Jornal Nacional das sextas-feiras, apresentado por Manuela Moura Guedes, que foi imposto pela administração da estação televisiva.
Júlio Magalhães disse ao 'Público' que "todos sabemos que há sempre a tentação da pressão política e houve também litígios fortes nessa área. Tudo isso foi um acumular de situações que fizeram daquele um jornal muito polémico, que acabou por ganhar uma dimensão de tal ordem que, com a saída do José Eduardo Moniz [de director-geral da TVI], não houve possibilidade de gerir bem a situação. Houve falta de bom senso na gestão das coisas e acabou por culminar nisto. Mas aquilo era uma guerra e um tema muito polémico e muito dividido que se arrastava entre aquele jornal e aquela administração e toda a gente sabia disso."
Segundo este responsável, "a TVI sempre teve um bom ambiente na redacção mas os últimos acontecimentos, com a saída do José Eduardo Moniz e o final do Jornal Nacional das sextas-feiras, precipitaram alguns tumultos e desestabilizaram o ambiente."
"Acho que não foi uma atitude tomada no tempo certo e não é de todo elegante, mas acho que ao longo destes tempos houve uma injustiça cometida. Como se aquele jornal fosse independente, livre e plural e tudo o resto não fosse. A TVI tinha uma linha editorial que ia de segunda a domingo e incluía o jornal de sexta", acrescenta ainda.
quinta-feira, setembro 10, 2009
FIM DE MOURA GUEDES NA TVI
quarta-feira, setembro 09, 2009
VERA JARDIM SABE DO QUE FALA
terça-feira, setembro 08, 2009
segunda-feira, setembro 07, 2009
SUICÍDIO DE GANHÃO PEREIRA PAIRA NA REDACÇÃO DA TVI
A forma como for resolvida a situação de Manuela Moura Guedes pode ser decisiva para a continuidade de João Maia Abreu e Mário Moura, que podem ser reconduzidos pela Administração da Media Capital, empresa proprietária da TVI, como director e director adjunto, respectivamente. No entanto, caso não seja alcançado um acordo que resolva sem conflito a situação de Manuela Moura Guedes, "a solução poderá mesmo recair sobre uma solução externa à redacção da TVI", assegurou ao DN uma fonte da estação de Queluz. Alguns jornalistas contactados pelo DN asseguram que existem "alternativas internas de qualidade" e os nomes de Júlio Magalhães, Pedro Pinto e José Carlos Castro são os mais referidos.
Num aspecto todos estão de acordo: a Administração deve apresentar uma solução o mais rápido possível havendo mesmo alguma expectativa que a alternativa pode ser apresentada hoje ou amanhã.
Júlio Magalhães, que assegurou ao DN não ter sido convidado para director de Informação, defende que "nesta fase, é preciso que o bom senso e a serenidade voltem à redacção" e, para que isso aconteça, "é importante haver rapidamente uma decisão da administração para acabar com a instabilidade que a Redacção está a viver". Aludindo às várias histórias reveladas aos meios de comunicação social e na blogosfera sobre a vida interna da Redacção, o pivô alertou para a necessidade de as pessoas se acalmarem e pensarem que esta discussão na praça pública é prejudicial para a empresa, "podendo mesmo pôr em causa os postos de trabalho".
"Há todo um trabalho de onze anos de José Eduardo Moniz, que tornou a TVI líder de audiências, que está a ser posto em causa", afirmou. "É evidente que ao longo dos últimos onze anos aconteceram algumas situações mais desagradáveis, como em qualquer empresa. Mas a grande maioria das pessoas sente-se bem", concluiu.
Na edição de ontem o 24 Horas publicou o testemunho de vários jornalistas da TVI a denunciaram situações em que Manuela Moura Guedes terá tratado com prepotência e arrogância alguns colegas. E ao DN foi relatado um verdadeiro ambiente de guerra sem quartel instalado na Redacção, em que se contam espingardas pró e contra Manuela Moura Guedes. "Até amizades de anos já foram terminadas com um simples sms", confidenciou uma fonte.
Na blogosfera circulam muitas outras histórias. No blogue de Carlos Enes, jornalista que pertence à equipa do Jornal Nacional de 6.ª Feira, o tom dos posts publicados e os episódios relatados mostram o que se vive neste momento na Redacção.E, para além de situações mais recentes, há quem chegue mesmo a lembrar o suicídio de Miguel Ganhão Pereira, alegando que o jornalista não terá aguentado a forma como era tratado e, por isso, pôs termo à vida.
Marina Marques, in 'DN'
sábado, setembro 05, 2009
MONIZ E MANUELA ACUSADOS POR EX-EDITOR
> O ex-editor da TVI Paulo Simão acusou hoje José Eduardo Moniz de lhe ter exigido que "alinhasse" o seu jornal da tarde pelo jornal de sexta-feira, de Manuela Moura Guedes, ordem que o levou a sair da estação.
"No dia 14 de Novembro de 2008 o então director-geral da TVI disse-me: 'O Jornal Nacional de sexta-feira lança os temas e vocês têm que os seguir'", recordou hoje Paulo Simão, 38 anos, ex-editor do Jornal da Tarde da TVI e de outros telejornais, nomeadamente os de fim-de-semana.
"Pediram-me para alinhar o jornal que editava com o Jornal de sexta-feira, com o qual não concordava, por que envergonha o jornalismo. Reflecti e tentei perceber se conseguia continuar a exercer a minha função editorial com liberdade - mas aquilo era demais e ainda não era o jornal das grandes polémicas em que se tornou mais tarde", disse Paulo Simão.
O ex-jornalista, com 14 anos alternados na TVI, abandonou a estação no dia 09 de Janeiro deste ano e actualmente encontra-se a trabalhar como director de comunicação de uma empresa privada.
"Eu acho que ser subserviente ao poder é tão grave quanto lançar uma campanha", disse Paulo Simão, que deixou palavras críticas para os jornalistas que "dizem que não se identificam com o Jornal da Sexta mas que admitem que este exista".
Acrescenta, no entanto que aqueles jornalistas não enfrentam aquilo que ele teve que enfrentar: "Ou ficava e participava ou vinha embora", disse.
O ex-jornalista disse querer distinguir o Jornal de Sexta da redacção da TVI - "que tem pessoas sérias, isentas e rigorosas", sublinha - e acusou Manuela Moura Guedes de "sequestrar a liberdade de expressão" na estação.
"Porque estive tanto tempo calado? Essas pessoas quase que sequestraram a liberdade de expressão como uma bandeira delas quando, na prática, não se viu nada disso". E remata: "Estou a falar de uma pessoa como a Manuela Moura Guedes. Acho lamentável que ela se esconda atrás da redacção, a mesma redacção que ela insultou dez, vinte vezes".
HÁ FALTA DE LIBERDADE
> A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, comentou hoje a suspensão do Jornal de Sexta, da TVI, afirmando que quando “há o sentimento de asfixia democrática” – “no sentido em que quem discorda, quem enfrenta, quem ousa dizer alguma coisa que não está de acordo com os parâmetros do Governo sofre ameaças e retaliações” – “está criado o clima para que se subentenda que o que se passou foi um grave atentado à liberdade da comunicação social”.
Num comentário ao assunto feito após o encerramento da Convenção Autárquica do PSD, que se realizou em Coimbra, Manuela Ferreira Leite sublinhou que é “um facto” que “um programa foi silenciado”, mas escusou-se responder se considera ou não que houve uma intervenção directa ou indirecta do Governo na decisão. “Eu disse que nunca ninguém saberá o que se passou”, repetiu.
Face à insistência dos jornalistas frisou que “o que todos sabem” é que em causa estava “um programa específico” e que “o primeiro-ministro se sentia incomodado e se manifestou publicamente contra ele”. “O país também sabe que houve um momento em que havia um negócio que levaria à tomada de poder da TVI, que o PSD denunciou, e que por esse motivo foi anulado”, acrescentou.
Manuela Ferreira Leite desvalorizou o impacte que o caso terá nos resultados eleitorais, argumentando que “o que está em causa” e o que “deve fazer pensar” “é que existe um clima de falta de liberdade total que leva a que haja a possibilidade de haver atentados à liberdade da comunicação social”. “Essa liberdade foi efectivamente afectada – com que objectivos, qual foi a origem, não sei”, disse.
Graça Barbosa Ribeiro, in Público
sexta-feira, setembro 04, 2009
NÃO FOI MADRID QUE DESPEDIU MOURA GUEDES
"Foi uma decisão que se insere no âmbito da gestão da direcção da cadeia [de televisão] e com o envolvimento da Direcção-Geral da Media Capital", afirmou à agência Lusa fonte oficial da Prisa. "Quando se coloca à frente de uma empresa uma equipa de direcção temos que respeitar a sua decisão. E isso é tudo", acrescentou.
A mesma fonte rejeitou ainda notícias de que o próprio conselheiro delegado da Prisa, Juan Luis Cebrián, se tenha envolvido directamente no caso, insistindo que a Prisa "respeita a independência de gestão" de todas as suas empresas. "O conselheiro delegado tem o papel de marcar as directrizes gerais da empresa, definir por exemplo se vamos ou não reforçar a presença neste ou naquele país. Mas quando há uma empresa [Media Capital] que tem uma direcção-geral e um conselheiro delegado, são eles que gerem essa companhia", explicou.
Normalmente, frisou a fonte, decisões como estas na TVI são tomadas por cada equipa directiva, no local onde está, sem consultas prévias à sede em Madrid e porque a Prisa "confia nas equipas gestoras que tem em qualquer local". "Naturalmente que depois, a nível interno, há uma cadeia de comunicação, mas as decisões não são tomadas com consultas prévias", frisou.
Seria impensável, insistiu a fonte, considerar que cada decisão que se toma pelas empresas do grupo Prisa tivesse que passar pelo crivo da sede em Madrid. "A posição da Prisa é respeitar e confiar nas decisões das suas equipas de gestores, neste caso da TVI e da Media Capital", sublinhou, acrescentando que "cada uma das empresas tem a posição que tem e uma equipa de direcção que actua". "A Media Capital tem demonstrado ter mantido uma gestão que se evidencia nas audiências", continuou.
Em Julho de 2005, a Prisa, o maior grupo de comunicação social espanhol, que detém o "El País", a rádio cadena SER e o canal de televisão Cuatro, tornou-se o accionista principal da portuguesa Media Capital, entrando deste modo na TVI. Em Outubro de 2006, a Prisa lançou uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a totalidade das acções representativas do capital social da Media Capital, passando a controlar o grupo.
TINHA DE VIR ESTE
Em declarações à TSF, Emídio Rangel criticou o modo “irresponsável” como os partidos reagiram à suspensão do “Jornal Nacional” de Manuela Moura Guedes, uma vez que este era um espaço que “envergonha os jornalistas” e “despreza todas as normas éticas e deontológicas”.“A TVI há muito que desejava acabar com aquele espaço, existia porque Moniz era um homem influente na TVI e portanto dava-se ao prazer de ter a sua mulher a fazer um trabalho que não honra o jornalismo, mas era óbvio que tinha os dias contados. Não sei como andam pessoas a chorar lágrimas de crocodilo por ter terminado um espaço que violava leis, códigos, as regras do jornalismo”, afirmou Rangel.
O antigo responsável da RTP e da SIC desmentiu ainda ter sido contactado pelos espanhóis da Prisa para ocupar cargos na TVI. “A questão nem sequer se coloca, não fui contactado por ninguém”, disse Rangel.
Veremos...
quinta-feira, setembro 03, 2009
LEMBRAM-SE?
Manuela Moura Guedes TVI já não a quer
> Lembram-se do que o JORNAL DO PAU informou no dia 5 de Agosto? Não? Então, podem ler aqui.
Orgulhosos das nossas fontes podemos hoje responder aos detractores que nos enviaram emails afirmando categoricamente que Moura Guedes nunca deixaria o 'Jornal das Sextas' e que o JORNAL DO PAU "não sabia do que falava"....
Ora aí está a vitória plena de José Sócrates em toda esta novela, tal como o nosso blogue tinha adiantado logo que José Eduardo Moniz foi obrigado a sair da TVI. Em duas penadas, Sócrates conseguiu correr com Moniz e Manuela.
Entretanto, as nossas fontes adiantam que a administração da TVI já aceitou a demissão em bloco da direcção de informação, da qual Moura Guedes também fazia parte, na sequência do cancelamento do 'Jornal das Sextas' que deveria ser reatado amanhã.
quarta-feira, agosto 05, 2009
MOURA GUEDES NÃO FICA

TVI A polémica tem de acabar
> Em face de as últimas notícias sobre a saída de José Eduardo Moniz apontarem para a manutenção da sua mulher como subdirectora de informação e coordenadora do jornal das sextas, o JORNAL DO PAU está em condições de adiantar que uma fonte próxima da administração da TVI sublinhou que "o trabalho polémico de Manuela Moura Guedes tem de acabar. A estação tem de enveredar por um caminho pacífico e de maior credibilidade na informação". A mesma fonte adiantou que "tudo será resolvido quando Moura Guedes regressar de férias".
E ESTA?
> "Quanto a qualquer mudança nas suas funções devido à saída de Moniz, com quem é casada, Manuela Moura Guedes salienta que ambos têm vidas pessoais e profissionais completamente separadas".
In 'Público online'
MONIZ SÓ HÁ UM, O DA GUEDES MAIS NENHUM
> A TVI procurou arranjar um substituto para José Eduardo Moniz, mas as tentativas sairam infrutíferas, apurou o JORNAL DO PAU junto de um director da estação. Como medida provisória o cargo de Moniz vai ser ocupado pelo administrador-delegado Bernardo Bairrão, assim informou um comunicado da TVI.
Quem é Bernardo Bairrão?
Licenciado em Gestão de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa de 1989. Entre 1990 e 1994 desempenhou funções na área de análise de risco do Banco Internacional de Crédito e de Project Finance do Banco Espírito Santo de Investimento. A partir de 1994 desempenhou funções como subdirector na área financeira da TVI – Televisão Independente, SA. Em Dezembro de 1998 assumiu funções de Director Coordenador da TVI, sendo desde Novembro de 2001 Administrador da TVI – Televisão Independente, SA e da RETI – Rede Teledifusora Independente, SA. Desde Maio de 2006 que foi designado Administrador da Plural Entertainment Portugal, S.A. (designada anteriormente por NBP – Produção de Vídeo, SA.).
Eleito para o cargo de Administrador na Assembleia Geral de 12 de Março de 2009. O seu mandato actual expira em 31 de Dezembro de 2011.





