
EXCLUSIVO
> As relações entre Portugal e a República Popular da China tornaram-se tensas após a proibição da visita do "N. E. Sagres" a Macau, por parte das autoridades chinesas, apurou o PPTAO junto de fonte diplomática portuguesa.
A barca-embaixadora "Sagres" devia aportar a Macau conforme estava programado e inserido na circum-navegação mundial que está a realizar. "Surpreendentemente a China apresentou uma justificação esfarrapada para proibir a presença do 'Sagres' em Macau alegando que se trata de um navio de guerra e que nas águas de Macau não poderá entrar qualquer vaso de guerra", afirmou a nossa fonte.
O caricato da justificação é agravado se atendermos que as mesmas autoridades chinesas permitiram que o "Sagres" visitasse Xangai.
Mais uma vez, estamos perante uma posição da China que traduz as intenções constantes do governo em que por qualquer razão se recorde em Macau a portugalidade ou qualquer réstia de celebração portuguesa, após a transferência de administração de Portugal para a China, em Dezembro de 1999, e que leve os residentes a recordar com saudade a presença portuguesa secular.





