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sábado, outubro 04, 2008
Assim é fácil...
O patrão da Microsoft, Steve Ballmer, elogiou o Governo de Sócrates. Assim é fácil ó mister... depois de lhe darem a ganhar mais uns milhões, você não iria dizer mal, né?
sexta-feira, setembro 19, 2008
Agora não votava Santana
O actor Ruy de Carvalho, com 81 anos, chegou à conclusão de que agora já não votava em Pedro Santana Lopes. Em entrevista à Notícias TV (DN), Ruy de Carvalho que foi apoiante de Cavaco Silva, Santana Lopes e Carmona Rodrigues, mas condecorado por Mário Soares e Jorge Sampaio, a propósito de votar novamente em Pedro Santana Lopes, disse que "Sou muito amigo dele, conheço-o de pequenino. Se calhar, meste momento, não votava nele, acho que ele devia esperar mais tempo. Já quer outra vez concorrer à Câmara, eu acho que ele deve descansar".
quarta-feira, setembro 17, 2008
Pacheco não dorme
O professor, comentador, historiador, consultor da líder do PSD e blogista José Pacheco Pereira não deve ter tempo para dormir. Ele está na Universidade, no Público, na SIC-Notícias, na Lapa, no blogue 'Abrupto' e agora vai passar a apresentar um programa com "vírus" no Rádio Clube Português. Pacheco Pereira não tem a noção da veracidade do ditado popular "O que é demais não presta". Na verdade, o "polvo PP" está a cada vez maior, mas terá de ter cuidado com os arpões...
O grande exemplo de um homem sério

O general António Ramalho Eanes é um cidadão exemplar. Digo-o com toda a propriedade desde 1974, quando nos conhecemos na RTP. Ele, como capitão de Abril, nomeado para presidir à Comissão Administreativa da empresa. Eu, como trabalhador refilão. Numa assembleia-geral de trabalhadores tentou-se sanear o "fascista" Eanes. Usei da palavra para contrariar a onda de injustiça. António Eanes falou-me no dia seguinte para agradecer a intervenção. A única acção política declarada que exerci até hoje foi o apoio em Macau à sua candidatura a Presidente da República. Fui insultado por isso. Mas continuo a ter muita honra em ser amigo deste homem.
Hoje, no DN, Baptista-Bastos escreve uma crónica exemplar do nível elevadíssimo da seriedade, dignidade e patriotismo de António Ramalho Eanes.
O Argumento da Honra
Baptista-Bastos
A ética republicana iluminava as virtudes do carácter e a grandeza dos princípios. As revoluções, idealmente, não são, apenas, alterações económicas e substituições de regimes. Transportam a ideia feliz de modificar as mentalidades. Essa mistura de sonho e ingenuidade nunca se resolveu. A esperança no nascimento do "homem novo" não é exclusiva dos bolcheviques. O homem das revoluções jamais abandonou o ideal de alterar o curso da História e de modelar os seus semelhantes à imagem estremecida das suas aspirações.
É uma ambição desmedida? Melhor do que ninguém, respondeu Sebastião da Gama: "Pelo sonho é que vamos/comovidos e mudos./Chegamos? Não chegamos?/Partimos. Vamos. Somos." A ética republicana combatia a sociedade do dinheiro, da superstição religiosa, da submissão, e pedia aos cidadãos que fossem instrumentos de liberdade. As "raízes vivas", de que falou Basílio Teles.
Fomos perdendo, sem sobressalto nem indignação, a matriz ética da República. De vez em quando, releio as páginas que narram os desassossegados dezasseis anos que durou o novo regime, obstinadamente defendido por muitos a quem se impunha a consciência do compromisso. Esses, entre o aplauso e o assobio, percorreram o caminho que vai do silêncio à perseguição, do exílio ao assassínio político. Morreram pobres. São os heróis de uma história que se dissipou, porque o fascismo impediu nos fosse contada, nas exactas dimensões das suas luzes e das suas sombras.
Relembrei estes episódios ao tomar conhecimento, pelo semanário Sol, de que Ramalho Eanes prescindira dos retroactivos a que tinha direito, relativos à reforma como general, nunca por ele recebidos. A importância ascende a um milhão e trezentos mil euros. É um assunto cujos contornos conformam uma pequena vindicta política. Em 1984, foi criada uma lei "impedindo que o vencimento de um presidente da República fosse acumulado com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência que aufiram do Estado." O chefe do Governo era Soares; o chefe do Estado, Ramalho Eanes, que, naturalmente, promulgou a lei.
O absurdo era escandaloso. Qualquer outro funcionário poderia somar reformas. Menos Eanes. Catorze anos depois, a discrepância foi corrigida. Propuseram ao ex- -presidente o recebimento dos retroactivos. Recusou. Eu não esperaria outra coisa deste homem, cujo carácter e probidade sobrelevam a calamidade moral que por aí se tornou comum. Ele reabilita a tradição de integridade de que, geralmente, a I República foi exemplo. Num país onde certas pensões de reforma são pornográficas, e os vencimentos de gestores" atingem o grau da afronta; onde súbitos enriquecimentos configuram uma afronta e a ganância criou o seu próprio vocabulário - a recusa de Eanes orgulha aqueles que ainda acreditam no argumento da honra.
In DN
terça-feira, setembro 16, 2008
Rita Blanco: a minha actriz preferida
Ao ver Rita Blanco passar na rua, a uns escassos dois metros, confirmei em absoluto todas as virtudes que via nela ao longo dos anos de uma carreira extraordinária como actriz. A sua simplicidade impressiona. Uma mulher natural que evidencia um certo tipo de humildade com glamour. Dá nas vistas porque é ela. Não encerra a vaidade das revistas, dos jornais, das televisões, dos ecrãs, dos palcos. Rita Blanco é daquelas mulheres a quem dá vontade de dizer: "olhe desculpe, posso dar-lhe um beijo?!". A série da RTP "Conta-me Como Foi" colocou Rita nas bocas do mundo. O povinho ficou a gostar da personagem. Os leitores da revista 'Actual' ficaram a gostar da mulher-actiz. Em entrevista concedida a Alexandra Carita, a actriz retrata-se com a sua inteira simplicidade. "Faço mesmo o que gosto e sou muito feliz. Ter um caminho faz toda a diferença".
Laranja dá nas vistas
Maria Cavaco Silva acompanhou o marido na visita oficial que o PR efectuou ontem à escola secundária D. Dinis, em Lisboa. E não foi o Presidente que deu nas vistas - apesar da discórdia com a ministra da Educação no que respeita à escolaridade obrigatória -, mas sim a primeira-dama que apresentou um conjunto cor de laranja, bem laranjinha, à PSD.
Logo houve quem perguntasse: "Já começou a campanha eleitoral?...".
Logo houve quem perguntasse: "Já começou a campanha eleitoral?...".
domingo, setembro 14, 2008
Leonor Beleza, a sorte da vida

Leonor Beleza nasceu com o olho virado para a Lua e António Champalimaud, que apenas a viu uma vez e falou com ela ao telefone meia dúzia de vezes, deixou como testamento que a antiga ministra de Cavaco Silva fosse a presidente da fundação com o seu nome. Gestora de milhares de milhões e euros, Leonor Beleza acabou de entregar o primeiro donativo de 1 milhão de euros para incremento das tecnologias sobre a visão. A actual conselheira de Estado, que ocupou a pasta da Saúde sendo odiada pelos médicos e acusada de dolo na infecção de hemofílicos com HIV, está à frente da fundação milionária e por esse motivo foi entrevistada pelo DN.
Eis duas notas da entrevista:
"Estou contente por ver Manuela Ferreira Leite à frente do PSD"
"Não me oponho ao casamento entre pessoas do mesmo sexo"
sábado, setembro 13, 2008
Onde Júdice já vai...
José Miguel Júdice está quase a ser anunciado como o candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Cascais. Para já, o antigo militante do PSD, vai falar aos militantes socialistas no próximo dia 3 sobre "Questões sociais e vida política". Pelos vistos, o bastonário dos advogados, António Marinho e Pinto, deixará de poder dar um mergulho em Cascais...
sexta-feira, setembro 12, 2008
Lino no dentista: jamé!
O ministro Mário Lino foi ao dentista e pensava que estava no deserto, onde não existem máquinas ATM. Acabadinho de ficar com os dentes a brilhar quis pagar com cheque. Jamé! Alvitrou o pagamento com cartão de crédito ou multibanco. Jamé! Como não tinha dinheiro no bolso "paga para a próxima"...
'Trio de Ataque' sem Vasconcelos
António-Pedro Vasconcelos vai estar ausente por uns tempos do programa de debate sobre futebol, semanalmente na RTP-N, o 'Trio de Ataque'. O cineasta vai ser operado ao coração, o que o impedirá por uns tempos de contribuir para a discussão à voltas das coisas da bola e, fundamentalmente, de defender o seu Benfica. Os nossos votos de que tudo corra bem e breve regresso ao grande realizador de Call Girl.
segunda-feira, agosto 11, 2008
Artur Agostinho como uma alface
O famoso Artur Agostinho, com os seus oitenta e tal anos, acaba de entrar aqui no café com um ar de espantar o cidadão mais sisudo. Fresquíssimo que nem uma alface, de verdinho vestido como o seu Sporting e não sei se preparado para ir escrever algum artigo para um jornal, apresentar algum comentário numa rádio, gravar algum episódio de telenovela, participar em mais algum anúncio publicitário ou iniciar a escrita de mais um livro. Artur Agostinho é um fenómeno de jovialidade e longevidade...
quinta-feira, julho 24, 2008
O mal da sorte
Há pouco estive na conversa com uma senhora que já não via há alguns dias e pensava que estivesse hospitalizada. Tem 97 anos e todos os dias dá o seu passeio pela rua fora. Quando a cumprimentei achei-a um pouco diferente e perguntei-lhe:
- Olá, então como tem passado?
- Boa tarde, como está? Eu cá vou indo com muitas dores, sabe?
- Então, o que se passa?
- Nunca tinha tido isto, mas a idade não perdoa... agora é uma dor muito aguda aqui no pescoço e que vai pelas costas abaixo que já me custa a andar.
- Tem de ter forças, porque a senhora é um grande exemplo...
- Nã... isto agora é forte... mais vale a morte que o mal da sorte...
- Olá, então como tem passado?
- Boa tarde, como está? Eu cá vou indo com muitas dores, sabe?
- Então, o que se passa?
- Nunca tinha tido isto, mas a idade não perdoa... agora é uma dor muito aguda aqui no pescoço e que vai pelas costas abaixo que já me custa a andar.
- Tem de ter forças, porque a senhora é um grande exemplo...
- Nã... isto agora é forte... mais vale a morte que o mal da sorte...
quarta-feira, julho 23, 2008
João Azeredo deixou-nos
João Azeredo foi um dos portugueses que passou por Macau durante muitos anos com a maior dignidade que um ser humano pode testemunhar aos seus semelhantes. Professor de profissão e músico por paixão, o João sempre esteve disponível para todos os eventos culturais realizados naquele território. Estimado e respeitado por quantos o conheciam, os seus amigos lamentam profundamente a perda deste homem bom que dedicou os seus últimos anos de vida ao ensino e promoção da cultura e da língua portuguesa em terras tailandesas. Faleceu em Banguecoque devido a doença prolongada.
domingo, julho 20, 2008
Esclarecedor
Eunice Muñoz, uma carreira de 67 anos, mais de 100 papéis, seis filhos, oito netos, três bisnetos, três casamentos. Uma vida cheia dentro e fora dos palcos. Ao festejar os 80 anos, a dor, a tristeza, a mágoa de uma actriz que estava há 23 anos no Teatro Nacional e que o Governo de Sócrates pôs na rua. Eunice Muñoz disse ao Expresso que se soubesse o que sabe hoje tinha optado por ser espanhola...
Esclarecedor!
Esclarecedor!
sábado, julho 19, 2008
Os "idiotas" de Manuel Maria Carrilho
Miguel Sousa Tavares não necessita de defensores nem eu tenho o proverbial suficiente para ser advogado de defesa do ilustre jornalista, escritor e comentador. Mas nunca gostei de chicos-espertos malcriados. E hoje no DN li um texto de um desses diabos que têm andado por aí armados em cultos quando não passam de caçadores de "tachos". E se estou a falar em "tachos" é porque o senhor Manuel Maria Carrilho teve o desplante e a desfaçatez de entender o trabalho brioso e honrado de Miguel Sousa Tavares como um "tacho" que poderá perder a qualquer momento. E esse momento pode advir do incumprimento de uma série de acusações que Carrilho faz a Sousa Tavares, sem nexo e sem dignidade, muito menos com direito lógico de interventor-cronista. Que o senhor Carrilho escreva crónicas aborrecidas e sem interesse, que ninguém lê, tem todo o direito, é mais um "tacho". O que não está certo é que se sirva do seu espaço no DN para nos insultar a todos nós do alto da sua cátedra tachista que arranjou na UNESCO.
E passo a explicar o que me chocou. O Miguel escreveu no Expresso umas grandes verdades sobre o que se passa no Côa respeitante a umas gravuras rupestres nas rochas, o que cientificamente não está provado que tenham milhares de anos, apesar de o senhor Carrilho afirmar que foram reconhecidas pela UNESCO. E se eu não confiar nos "tachistas" da UNESCO? Tenho todo o direito.
Aconteceu que o senhor Carrilho não gostou do que Sousa Tavares escreveu no Expresso e muito menos com o que afirmou em entrevista ao DN e achou por bem que a sua veleidade lhe dava o direito de afirmar publicamente que está errado quem afirme "pagam-me para ter opinião e ter opinião é aquilo que eu penso", tal como disse Sousa Tavares. Eu assino por baixo as suas palavras.
Mas, Carrilho entende que "dizer o que se pensa" não pode ser à base da espontaneidade porque "isso, como infelizmente o verificamos no dia-a-dia, qualquer idiota faz". Idiota é o senhor Carrilho ao chamar idiota a todos quantos pensam e se exprimem com espontaneidade, um valor intrínseco à sabedoria, ao conhecimento e à cultura de cada um. Direi mais: sem espontaneidade não há verdade e realismo na maior parte das vezes que se aborda um tema em discussão. O que é difícil é ter o poder da espontaneidade e da argumentação. Argumentação que falta ao senhor Carrilho e que se serviu da crónica do DN para acrescentar que Miguel Sousa Tavares tem uma "opinião sem conhecimento e frágil, e só resiste se não for escrutinada, como acontece sobretudo nas sociedades pouco desenvolvidas" e termina Carrilho, escrevendo: "Como é evidente, quando se descobre o embuste, vai-se a credibilidade e instala-se a suspeita. Ah, e nos países civilizados e nas empresas idóneas, perde-se também o 'tacho'".
Aguardarei com a maior curiosidade a "porrada" que o Miguel irá dar a um tachista destes que não serviu para ministro, nem para deputado e muito menos para presidente de Câmara. E então, agarrou-se ao "tacho" da UNESCO de tal forma que, se alguém se atrever em tocar na sua "dama", acto contínuo dispara em todas as direcções. Resta-nos a satisfação que se trata de pólvora seca...
E passo a explicar o que me chocou. O Miguel escreveu no Expresso umas grandes verdades sobre o que se passa no Côa respeitante a umas gravuras rupestres nas rochas, o que cientificamente não está provado que tenham milhares de anos, apesar de o senhor Carrilho afirmar que foram reconhecidas pela UNESCO. E se eu não confiar nos "tachistas" da UNESCO? Tenho todo o direito.
Aconteceu que o senhor Carrilho não gostou do que Sousa Tavares escreveu no Expresso e muito menos com o que afirmou em entrevista ao DN e achou por bem que a sua veleidade lhe dava o direito de afirmar publicamente que está errado quem afirme "pagam-me para ter opinião e ter opinião é aquilo que eu penso", tal como disse Sousa Tavares. Eu assino por baixo as suas palavras.
Mas, Carrilho entende que "dizer o que se pensa" não pode ser à base da espontaneidade porque "isso, como infelizmente o verificamos no dia-a-dia, qualquer idiota faz". Idiota é o senhor Carrilho ao chamar idiota a todos quantos pensam e se exprimem com espontaneidade, um valor intrínseco à sabedoria, ao conhecimento e à cultura de cada um. Direi mais: sem espontaneidade não há verdade e realismo na maior parte das vezes que se aborda um tema em discussão. O que é difícil é ter o poder da espontaneidade e da argumentação. Argumentação que falta ao senhor Carrilho e que se serviu da crónica do DN para acrescentar que Miguel Sousa Tavares tem uma "opinião sem conhecimento e frágil, e só resiste se não for escrutinada, como acontece sobretudo nas sociedades pouco desenvolvidas" e termina Carrilho, escrevendo: "Como é evidente, quando se descobre o embuste, vai-se a credibilidade e instala-se a suspeita. Ah, e nos países civilizados e nas empresas idóneas, perde-se também o 'tacho'".
Aguardarei com a maior curiosidade a "porrada" que o Miguel irá dar a um tachista destes que não serviu para ministro, nem para deputado e muito menos para presidente de Câmara. E então, agarrou-se ao "tacho" da UNESCO de tal forma que, se alguém se atrever em tocar na sua "dama", acto contínuo dispara em todas as direcções. Resta-nos a satisfação que se trata de pólvora seca...
quarta-feira, julho 09, 2008
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