sábado, setembro 04, 2010

SAGRES EM TIMOR-LESTE


> O "N. E. Sagres" vai estar em Timor-Leste entre os próximos dias 15 e 18. Confirma-se o desprezo dado pelo governo português a um acontecimento que para os timorenses será histórico e que será festejado com todo o entusiasmo.
O ministro da Defesa, Santos Silva, deve estar muito ocupado a "malhar" na oposição e tudo indica que não vai estar presente durante a estada do maior embaixador de Portugal nas águas da ex-colónia portuguesa mais distante.
No entanto, a Marinha portuguesa mostra mais uma vez a sua solidariedade universal para com outros povos, especialmente os de expressão portuguesa, e o chefe do Estado -Maior da Armada, almirante Fernando Melo Gomes será uma presença em Díli de grande dignidade lusitana.

4 comentários:

Anónimo disse...

E depois? Não vai o ministro, vai o chefe do Estado -Maior da Armada. Qual o mal nisso??

Todos ralham porque o Estado gasta muito dinheiro em viagens absolutamente desnecessárias.
Agora que não vão todos a Timor celebrar a chegada da Sagres, ralham porque deviam ir.

Muito sinceramente, esta viagem pode ser bastante simbólica, mas qual a real importância para um país mergulado numa crise profunda como a actual? Não deviamos comecar por poupar (entre outras coisas) exactamente por estas viagens ditas "simbólicas" que na prática não justificam os custos dispendidos?

Eu não gosto do Sócrates, mas caramba, isto já começa a ser um exagero. Se faz é porque faz, se não faz é porque não fez.

Cada vez me convenço mais que este país é absolutamente ingovernável. É só dizer mal de tudo e mais alguma coisa. O desporto rei a seguir ao futebol é o discurso do bota abaixo.

Cumprimentos
J. Correia

fernando disse...

Este anonimo não conhece Timor nem os timorenses. não faz a mínima ideia do significado historico que representa para este povo a vinda do Sagres à esta terra. Portugal está a perder Timor para a Australia e Indonesia e é por pequenas grandes coisas como esta pois que continuem a fazer viagens para irem dormir com as amantes a Bruxelas que isso é que é poupar dinheiro e governar bem. puta que os pariu a essa corja de governantes portugas que me dão vergonha de ser portugues ficarei aqui em Timor para sempre porque mwe tratam bem ao contrario do que acontece com a acorja do socrates.

Anónimo disse...

Repito a pergunta, qual é a real importância desta visita para um país mergulhado numa crise profunda como a actual?

A Timor já foi o Presidente da Republica, o Primeiro Ministro, praticamente todos os ministros, todos os maiores empresários de Portugal, o Benfica, o Pinto da Costa, o C.Ronaldo, o Eusébio, o Mourinho, a Mariza, agora a Sagres e o raio que o parta.

Quantos mais terão ainda de ir para dignificar esse tal "significado historico"de que fala o anónimo anterior??

Haja bom senso na aplicação dos dinheiros públicos. Se o país está perto da bancarrota, que se comece por cortar neste constante choradinho tipicamente português do tal "significado histórico" e se pense mais no futuro de Portugal.

joãoeduardoseverino disse...

O anónimo das 12:22 tem toda a razão quanto às reduções de despesa e à viabilidade de Portugal, antes dos apoios a outros.
Apenas escrevi este postal porque o ministro Santos Silva é que se pronunciou no sentido de estar presente em Timor-Leste no momento que ali chegasse o Sagres criando expectativas acrescidas aos timorenses.
E recordo-lhe que o Sagres foi obrigado a mudar de rota, com os gastos a mais inerentes, porque o senhor primeiro-ministro QUERIA o navio em Díli quando ele estivesse ali presente, obviamente na companhia do seu ministro da Defesa, o que veio a ser alterado pela suspensão da visita oficial.