quarta-feira, setembro 29, 2010

LABORINHO TEM RAZÃO




> A presidente do Instituto Camões veio a terreiro alertar que em muitos casos o ensino do português no estrangeiro não justifica gastos sumptuosos. E tem razão. Em muitos países os professores não têm a mínima preparação para ensinar filhos de emigrantes e não só. Alguns dos alunos nunca tiveram contactos com a língua materna. Na Austrália, por exemplo, é um desastre.
Ana Paula laborinho, pessoa que muito admiro pelo seu trabalho desenvolvido em Macau, deve saber do que fala, numa altura em que o ensino de Português no estrangeiro custa 51 milhões de euros.

1 comentário:

Anónimo disse...

Aqui vai uma paulada uma ano depois. Laborinho aceitou o dinheiro mas não quer a responsabilidade. E nem sequer quer melhorar ou racionalizar, quer acabar. A estratégia é mesmo de auto-sabotagem. Pode ser que a responsabilidade acabe mas que o dinheiro fique. Para organização de eventos.

(O custo do EPE em certos países é zero. A Austrália não deve andar longe disso.)