quarta-feira, junho 02, 2010

ESCÂNDALO NACIONAL


> Esta vocês não acreditam. Mas, podem ficar certos que é autêntica. Deixou-me chocado e considero esta notícia como um escândalo nacional, à qual o governo portugiuês terá de tomar medidas.
Desloquei-me à Biblioteca Nacional a fim de fotocopiar uma portaria publicada no Boletim Oficial de Macau de 1988. Ao fim de 45 minutos de esperar, e por minha insistência, comunicaram-me que não existiam nos arquivos NACIONAIS os Boletins Oficiais de Macau de vários anos e de 1988 só existia o do mês de Junho. E mesmo assim, o espólio referente ao mês de Junho apenas contém o referente a alguns dias. Isto é uma vergonha. Macau que usufruiu de milhares de milhões de patacas para todos os gastos não encontrou verbas para cumprir a obrigatoriedade de enviar todas as publicações do território sob administração portuguesa para os Arquivos Nacionais.
Em face do exposto, vou dar conhecimento ao Presidente da República, primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros.

3 comentários:

Fernando Torres disse...

Eu subscrevo o seu pedido de explicações. As Nações também se avaliam pela forma como tratam e preservam os seus arquivos documentais, pois eles, pelo seu de indiscutível valor, fazem parte do património histórico e cultural, melhor, da memória colectiva, não só dessas Nações, mas também da Humanidade.
Seja por negligência, incompetência ou outra razão qualquer, mal vai Portugal (e isso já não é novidade) se aqueles arquivos forem dados como perdidos, deixando a História de Portugal ferida de um hiato indesculpável.

Vou tomar a liberdade de publicar o seu post no meu blog

floribundus disse...

este rectângulo é só para vista
ou 'inglês ver'
nunca funcionou
não funciona
nunca, jamais, em tempo algum funcionará

joãoeduardoseverino disse...

Caro "escrevinhador" Fernando Torres

Agradeço o seu comentário como uma posição extremamente patriótica e justa. Confesso que me enchi de tristeza ao tomar conhecimento que este facto confirma algumas informações que me tinham surgido ao longo dos anos no sentido de que os governantes de Macau apenas estavam no território preocupados em "sacar" o maior número de milhares de patacas e nunca em defender os interesses de Portugal e muito menos do povo português.