domingo, junho 20, 2010

AOS INIMIGOS DE CAVACO

> Todos aqueles que criticaram Cavaco Silva por não estar presente no funeral de José Saramago, que posição irão tomar contra a RTP que esta noite colocou no ar um programa de humor (?) durante o qual o apresentador deu-se à pouca vergonha de brincar com a morte do escritor e pior, com o acto de cremação de Saramago.
Nunca pensei que tal anormalidade fosse possível em qualquer televisão da Eritreia, quanto mais na pública do país onde a personalidade e a obra de Saramago acabara de ser venerada.

6 comentários:

a.marques disse...

Inimigos de Cavaco ou amigos do alheio? Saramago merecia mais respeito destes predadores furtivos.

floribundus disse...

«morreu o bicho,
ficou a peçonha»

Anónimo disse...

Meu amigo, aquilo foi abaixo de cão. Revoltei-me e acho que os portugueses que tiverem consideração e respeito opela obra de Saramago devem-se organizar e unir para exigir o fim daquele programa e a punição dos responsáveis.

Anónimo disse...

A RTP é que devia ser fechada e os chulos corridos.

Alberto Duarte disse...

Onde é que estão os comunistas agora em defesa de Saramago? Aquele Bruno Nogueira devia ser preso. teve a gozar com a morte de Saramago e gozou ainda com as cinzas da cremação. Um merdas que nem tem cara para levar dois estalos.

Jorge Cabral disse...

Isto é o resultado da falta de nível a que chegámos. Não se trata de mais nada que não seja FALTA DE BERÇO.
A desqualificação desta pilantragem já ultrapassou as raias do inimaginável.
Pobres pais que tão reles filhos geram...
Não tenho quaisquer dúvidas que os responsáveis pela RTP irão tomar medidas exemplares a respeito destes cafajestes. Se o não fizerem teremos que fazer alguma coisa. É nosso direito mas também nosso dever mostrar a imbecis daquele calibre que podemos pagar mas não estamos dispostos a suportar todo o tipo de ignomínias.
Para já, considero pedagógico que se tomem medidas para que seja feito um abaixo assinado a exigir desculpas públicas por parte do irresponsável do programa. Pode ser que pelo menos à força consiga perceber a calamidade que perpetrou.