> Hoje estou triste porque sempre tive a mania que guiava bem automóvel. Não, não tive um acidente. Nunca bati, felizmente. Passados cinco anos de bater a várias portas para transmitir a minha experiência de jornalista e as mesmas fecharem-se, resolvi escrever a um amigo que está bem situado no topo da governação, para que assim que soubesse de alguma vaga para motorista de um qualquer director-geral, presidente de Instituto, secretário de Estado ou ministro, não me importaria de colocar a minha competência de condutor de automóveis ao serviço da personalidade em causa.
A resposta foi realista: lugares para motorista não existem, porque aqueles que deixam a GNR, PSP e Forças Armadas ocupam-nos todos...
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3 pauladas:
parabéns. grande humildade. este país não é para pessoas sérias.
Como eu o compreendo...
Abraço solidário.
Só um verdadeiro senhor fala assim, sem preconceitos, do seu empenho em encontrar um trabalho honesto. Infelizmente, os tempos vão maus para gente decente. Vergonha mesmo é o oportunismo de tantos que se vendem por um tacho.
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