segunda-feira, abril 05, 2010

E AGORA, ZÉ LATÃO?

> Num trabalho excepcional de José António Cerejo no 'Público' ficámos a saber que José Sócrates pode ficar considerado como o primeiro-ministro de Portugal de mais baixo nível intelectual, moral e profissional. A história dos projectos de casas (horríveis) na Câmara da Guarda é vergonhosa e escandalosa. Mostra bem como um político nunca na vida poderia assumir funções de responsabilidade e fica provado quanto mentiu a todo um povo que ainda tem o desplante de (des)governar.

4 comentários:

Kruzes Kanhoto disse...

E será que passou recibo?!

TOZE Canaveira disse...

E agora? Agora havia já muita conversa que não interessava à direita. Os submarinos e os pandur são incómodos, mas coisa pequena, por isso há que voltar ao que interessa. Mexericos mal urdidos. Ferreira Leite não se deu bem com a estratégia. O Coelho a tirar coisas destas da cartola, também lá não vai.

Daniel Santos disse...

Depois da acusação de ter violado o regime de exclusividade a que estava sujeito, José Sócrates mandou dizer que não foi remunerado em nenhum projecto que assinou.

Parece-me correcta e de aplaudir a atitude do actual PM. Não só trabalhou gratuitamente na Guarda, ajudando um distrito do interior, algo desfavorecido, como ainda deixou por lá os traços inconfundíveis de um génio na sua visão vanguardista da arquitectura.

Isabel Magalhães disse...

Num país minimamente civilizado estes 'so called' projectos deveriam pagar impostos vários. A saber:

- de mau gosto:

- de parolice;

- de pato-bravismo.