quinta-feira, abril 08, 2010

À CONSIDERAÇÃO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA


> A GNR encontra-se em Timor-Leste desde 26 de Agosto de 2006 e já enviou para o território cerca de mil militares. Estes homens têm cumprido uma missão que muito pouca gente jamais reconhecerá o verdadeiro valor relativo ao suporte indispensável para o enraizamento de uma nóvel nação, a partir de uma estabilidade baseada numa segurança organizada.
Timor-Leste não tem semelhança com nada no mundo do conflito, da dependência, da pobreza, da intriga, da corrupção, da diversidade étnica, da potencialidade de riqueza natural e da actividade mafiosa direccionada aos mais diferentes interesses económicos e políticos.
Há muito que rejeitei a mim próprio pronunciar-me sobre os problemas de Timor-Leste. Apenas desejo abordar a presença da GNR naquela terra onde um povo ainda aguarda por justiça, liberdade e verdade.
A GNR manteve uma presença em Timor-Leste exemplar em todos os sentidos. Manteve uma distância necessária dos grupos mafiosos e dos degladiadores da política e, por isso, venceu todas as batalhas. E por isso, e na pessoa do comandante do Subagrupamento Bravo, o capitão Duque Martinho, [agora regressado a Lisboa] a GNR continua a ser a força militar mais respeitada e prestigiada pelos timorenses, apesar dos grupelhos habitualmente pagos por agentes de polícias secretas de outros países com o intuito de denegrir a presença representante de um país "colonialista" que se pretende longe da porta.
Mas, a força da organização, da capacidade psicológica, da potencialidade operacional e da destreza armada patenteada pela GNR em Timor-Leste calou as vozes da desgraça e os arautos da maledicência.
A GNR merece uma homenagem nacional.
A GNR que tem demonstrado em Timor-Leste que ainda existem portugueses dignos e amigos de outros povos, merece que todo o povo português se associe à homenagem justa que o Presidente da República deveria conceder à instituição através de uma distinção de prestígio no próximo Dia de Portugal, 10 de Junho.

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