sexta-feira, março 05, 2010

NÃO HÁ PRISÕES

> Mário Soares deu a sua enésima entrevista ao 'Público'. Algumas posições que defende sempre defendeu e já fartam. Outras é o resultado do que acontece aos homens da sua idade, e ainda outras demonstram que em política tem de se ser sempre subserviente ao partido.
Li a entrevista e gostei. Por quê? Porque é sinal que Mário Soares está vivo. Um homem assim nunca devia morrer para ficarmos a saber constantemente de que lado da barricada nos devemos situar, e especialmente, não do seu lado.
Numa passagem da entrevista, Mário Soares afirmou: "Só se fala das nossas fragilidades, do derrotismo nacional, das escutas ilegais, das roubalheiras. Mas não se discute como combater tudo isso"...

Pois não, dr. Soares. Não se discute porque não há prisões que cheguem para tanta roubalheira.

2 comentários:

Anónimo disse...

SERÁ QUE A INDIVIDUALIDADE ENTREVISTADA AINDA TEM MEMÓRIA PARA PERSERVAR TUDO O QUE FEZ, OU TENTOU FAZER, EM TODOS ESTES DOMÍNIOS?
SERÁ QUE ESTÁ EM CONDIÇÕES DE PODER EXPLICAR O MOTIVO QUE ESTEVE NA ORIGEM DO EMBARGO A QUE DURANTE VÁRIOS ANOS ESTEVE SUJEITA UMA URBANIZAÇÃO LOCALIZADA PAREDES MEIAS COM O SEU PALÁCIO SITO NAS ARRIBAS DA PRAIA DO VAU?
SERÁ QUE É CAPAZ DE JUSTIFICAR AOS CONTRIBUINTES A RAZÃO PELA QUAL O PALÁCIO ATRÁS REFERIDO ESTÁ GUARNECIDO EM PERMANÊNCIA, DURANTE 24 HORAS POR DIA, POR UM AGENTE DA PSP ENQUANTO O COMANDO DA DIVISÃO A QUE ESTE PERTENCE SE QUEIXA DE FALTA DE EFECTIVOS PARA O POLICIAMENTO DA CIDADE?
POR HOJE FIQUEMOS SÓ PELO ALGARVE.

a.marques disse...

Pois não porque os novos iluminados PS bem acompanhados pela brigada do reumático, preferem não deixar combater nem ao menos discutir. Na mesma gaveta funda onde meteu o socialismo guarda agora também o seu (pessoal e intransmissível) direito á indignação. Sócrates com receio que o comam vivo por já não restarem sapos e elefantes para devorar? Como é que ele se deixou enlatar em caldeirada de escabeche se a lata está fechada? E vivinho de Sousa. Vagões de carvão para tomar ás colheres não sujavam tanto.