quarta-feira, março 31, 2010

DEIXEM PORTUGAL EM PAZ


> "Eles-comem-tudo-eles-comem-tudo-eles-comem-tudo-e-não-deixam-nada", cantava o Zeca Afinso há muitos anos. E a canção continua actual mais do que nunca. Todos aqueles que se regem pela ambição de mais e mais riqueza sem olhar a meios para atingir os fins estão a atacar em Portugal. São os destruidores do mundo que reinam na indústria nuclear. Atacaram Portugal, arranjaram os seus agentes na alta e influente sociedade portuguesa e agora só falta convencerem o Presidente da República e o primeiro-ministro. E pronto, neste minúsculo rectângulo, onde em três horas se pode ir num Ferrari do Porto a Faro, a velocidade astronómica de uma explosão nuclear poderá liquidar um pobre povo que nem sequer ainda tem energia eléctrica em muitos locais do seu país.
Que os portugueses possam compenetrar-se que têm de se mobilizar para gritar, bem alto: "Não, ao nuclear!". Que seja um assunto a decidir através de um referendo nacional.

não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear não ao nuclear

PAU COMMENTS

Jorge Cabral disse...

Este blog é de facto um espaço onde se pratica o respeito pela autêntica liberdade de opinião. E o que vou dizer, sendo eu um dos colaboradores e o redactor do presente post o editor do blog, é prova cabal do que acabo de dizer.
SOU FRONTAL E SEM QUALQUER HESITAÇÃO PRÓ-NUCLEAR.
Porque se trata de uma energia barata que pode contribuir decisivamente para uma redução dos desequilíbrios/injustiças sociais que hoje abundam.
grande parte dos receios que sobre ela caiem já não têm hoje qualquer cabimento e estou certo que se passasse a ser uma aposta generalizada, a ciência seria capaz não só de eliminar a quase ZERO os "riscos" de acidente, como resolver, COM VANTAGEM, o aproveitamento dos resíduos, que hoje, só graças à irresponsabilidade dos governos quanto a políticas consistentes e coerentes de GESTÃO DA ENERGIA, é que não estão resolvidos.
A meu ver, é por causa destes "traumas" que os verdadeiros abutres da sociedade (petrolíferas e afins) têm comido tudo num banquete que mata milhares de semelhantes nossos todos os dias, mas como isto não toca aos fazedores de opinião, vamos "assobiando para o lado" e lançando frases feitas como as que neste post são bem patentes.
Para o ilustre leitor A.marques que refere a pequenez do País, só lembro que sendo Portugal tão pequeno como diz, tem a energia mais cara da maioria dos países europeus. Isto não lhe faz pensar em nada?!
A maioria da "luta" contra a energia nuclear tem sido ardilosa e maldosamente manipulada na sombra pelos detentores do poder da actual "ordem económica" com os primeiros interessados como maestros.
A energia nuclear devia sim ser encarada como inevitável, tutelada pelas Nações Unidas e impossível de sair da esfera pública isto é impossível de qualquer veleidade quanto à sua privatização, aliás, como entendo que deveríamos agir de igual forma com a água.


a.marques disse...

Snr Jorge Cabral, é precisamente por querer pensar, que sem ideias pré-concebidas coloquei a questão em termos de dimensão do País. Para quem como eu não domina minimamente a matéria atalhei pelo lado básico que também poderá ser explicado. Quero deixar-lhe o agradecimento pela visão que transmitiu e que contribui seguramente para alargar o leque de distintas visões que só enriquecem um desejável, alargado e racional conhecimento.

7 comentários:

Anónimo disse...

Bem haja.

Gelamonite disse...

Boa tarde,

Então olhe lá e as centrais espanholas? não estão a ameaçar-nos pelo mesmo ponto de vista. As francesas? Não são uma ameaça se as condições atmosféricas forem favoráveis? O argumento do perigo é muito redutor.... o ambiental já me preocupa, principalmente sabendo nós, como se processam as coisas neste pais...

Bem haja

Anónimo disse...

NUCLEAR SIM!!!! Ventoínhas NÃO!

a.marques disse...

Vamos vêr a dimensão territorial. Justifica-se uma central nuclear no meu quintal? Por analogia não seria como um tgv para a Madeira? Ou um héliporto na Assembleia da República? Com alguma habilidade resolve-se o problema com dínamos de bicicleta.

floribundus disse...

devemos começar por Almaraz.
em 1981 não comi peixe do Tejo em Rodão porque um falecido amigo sabia dos elevados níveis de radioactividade da água.
esqueceu-se de Sacavém

Jorge Cabral disse...

Este blog é de facto um espaço onde se pratica o respeito pela autêntica liberdade de opinião. E o que vou dizer, sendo eu um dos colaboradores e o redactor do presente post o editor do blog, é prova cabal do que acabo de dizer.
SOU FRONTAL E SEM QUALQUER HESITAÇÃO PRÓ-NUCLEAR.
Porque se trata de uma energia barata que pode contribuir decisivamente para uma redução dos desequilíbrios/injustiças sociais que hoje abundam.
grande parte dos receios que sobre ela caiem já não têm hoje qualquer cabimento e estou certo que se passasse a ser uma aposta generalizada, a ciência seria capaz não só de eliminar a quase ZERO os "riscos" de acidente, como resolver, COM VANTAGEM, o aproveitamento dos resíduos, que hoje, só graças à irresponsabilidade dos governos quanto a políticas consistentes e coerentes de GESTÃO DA ENERGIA, é que não estão resolvidos.
A meu ver, é por causa destes "traumas" que os verdadeiros abutres da sociedade (petrolíferas e afins) têm comido tudo num banquete que mata milhares de semelhantes nossos todos os dias, mas como isto não toca aos fazedores de opinião, vamos "assobiando para o lado" e lançando frases feitas como as que neste post são bem patentes.
Para o ilustre leitor A.marques que refere a pequenez do País, só lembro que sendo Portugal tão pequeno como diz, tem a energia mais cara da maioria dos países europeus. Isto não lhe faz pensar em nada?!
A maioria da "luta" contra a energia nuclear tem sido ardilosa e maldosamente manipulada na sombra pelos detentores do poder da actual "ordem económica" com os primeiros interessados como maestros.
A energia nuclear devia sim ser encarada como inevitável, tutelada pelas Nações Unidas e impossível de sair da esfera pública isto é impossível de qualquer veleidade quanto à sua privatização, aliás, como entendo que deveríamos agir de igual forma com a água.

a.marques disse...

Snr Jorge Cabral, é precisamente por querer pensar, que sem ideias pré-concebidas coloquei a questão em termos de dimensão do País. Para quem como eu não domina minimamente a matéria atalhei pelo lado básico que também poderá ser explicado. Quero deixar-lhe o agradecimento pela visão que transmitiu e que contribui seguramente para alargar o leque de distintas visões que só enriquecem um desejável, alargado e racional conhecimento.