quinta-feira, fevereiro 25, 2010

PADRE PROSTITUTO


> Há muito que perdi a confiança religiosa nos padres. Por diversas razões, incluindo a de ter tido conhecimento que uma rapariga após ter manifestado as suas fragilidades na confissão foi abusada pelo sacerdote. Não se trata de estarmos perante um caso de "uma ovelha ranhosa no rebanho". O que se tem passado ao longo dos anos mostra-nos que o rebanho está doente e a necessitar de uma mudança radical no figurino.
Padres que abusam de crianças, de mulheres casadas, de jovens rapazes e raparigas, que vão extorquindo dinheiro às beatas idosas e, em muitos casos, as heranças que incluem propriedades, que vendem património que não lhes pertence, que usam em proveito próprio os donativos entregues para as igrejas, que espancam e torturam os seus e suas amantes, que adquirem automóveis e viagens em troca de promessas [do céu] às mulheres incautas, todo um rol muito vasto de episódios que chocam qualquer militante do catolicismo.
E agora, para cúmulo da pouca vergonha e da realidade execrável que reina por esses povoados dirigidos por padres, aconteceu o impensável: um sacerdote de Toledo, de 27 anos, cobrava 50 euros por 15 minutos e 120 euros por hora em relações sexuais com mulheres ou casais.
Samuel Martin, heterossexual, espanhol, prostituto, era assim que o sacerdote da Arquidiocese de Toledo vivia à grande e à espanhola, oferecendo os seus serviços sexuais através da internet.
E o negócio era de tal maneira chorudo e proveitoso que o jovem padre gastou cerca de 17 mil euros em linhas telefónicas eróticas e na difusão dos seus anúncios na Net. Um dos anúncios dizia: "Para mulheres ou casais, bem dotado (15 cm), sou aberto a tudo menos ao sadomasoquismo, não lamentarão, dar-vos-ei prazer como nunca", anúncio que juntava a sua fotografia em cuecas e em pose de machão.
Não se sabe se lhe restava algum tempo para dizer missa...

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