quarta-feira, fevereiro 03, 2010

NÃO GOSTO DE HISTÓRIAS MAL CONTADAS

> Li no 'JN' que o texto de Mário Crespo não foi censurado. Foi o próprio Mário Crespo que retirou a sua crónica, quando confrontado com a necessidade de se efectuar o contraditório sobre o conteúdo das acusações inseridas no referido texto. Concordo com a obrigatoriedade do contraditório. Este pequeno pormenor é de suma importância, apesar de continuar a lamentar que José Sócrates esteja sempre preocupado em sanear os incómodos. Mas isso é outra história...

3 comentários:

David Oliveira disse...

... tà a ver como é?!há quem esteja disposto a utilizá-lo (ao Crespo)para denegrir os outros e com razões). O Crespo a querer utilizar o episódio para se promover (ele que, em 2004, só "via" Sócrates como politicamente recomendável- não é que, agora, ninguém viu/lembra dessa entrevista a Crespo pela colega Anabela Mota Ferreira.
Até o PSD - os dirigentes do Instituto Francisco Sá Carneiro se tivesse vergonha - jamais colocariam o texto no site.
Enfim...tudo farinha do mesmo saco.
Não os compro.
David Oliveira

a.marques disse...

Venha o moleiro e escolha. Pode não haver contraditório ao momento, mas Sócrates teria sempre e em todos os palcos a possibilidade de contraditar. Afinal, Crespo foi censurado ou foi ele próprio que quis retirar. Tem a palavra M. Crespo. Não enfarinhe nem se deixe enfarinhar.

JSM disse...

Uma pergunta: foi almoço coincidência ou foi coincidência terem-se encontrado ao almoço com o director de informação da SIC?! Acompanhado de uma barbie socialista!
Se não foi coincidência então não há mais nada a acrescentar a este assunto. Vivemos em ditadura económico-financeira.
Se foi coincidência...eu, se fosse director de programas da SIC, não ía confraternizar com o primeiro ministro e seus caniches de estimação.
Saudações monárquicas

Nota básica: também não aprecio evoluções ideológicas vertiginosas, como a de Mário Crespo, mas não desvalorizo a censura.