> Há pouco, telefonaram-me a dizer que tinham visto uma fotografia no 'DN' do ex-bispo de Díli, Ximenes Belo, a abençoar a nova delegação do Turismo do Porto e Norte, em Santiago de Compostela, na companhia de Rui Rio, presidente da Câmara do Porto e de Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo. E perguntaram-me o que anda este timorense a fazer nestas cerimónias e se não achava que o lugar do bispo era em Timor-Leste "junto do seu rebanho".
Respondi que não achava nada. Limitei-me a esclarecer que a saída abrupta de Ximenes Belo de Timor-Leste ainda hoje [para alguns] está envolta em mistério. Contudo, aconselhei o meu interlocutor a perguntar aos dirigentes da FRETILIN por que razão o bispo foi "corrido"...
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)






5 pauladas:
Tentações demoníacas!
Os santos também pecam.
A carne é fraca!
Eu sei que sabes como eu...
Mas cala-te tu que me calo eu.
Abraço
Mas, calar porquê?!
Com um abraço, do
José António Cabrita
E o "desaparecimento" do comandante Reinado ficou bem explicado?
Sim, sim, perguntem à Fretilin sobre os dois "casos".
Todos gostávamos de ver isso tudo esclarecido!
Por Timor, sempre
HE
Alo Dili
Sim, sim, perguntem à Fretilin sobre os dois "casos".
Nada tem haver com a Fretilin os dois casos.
Para o caso do Alfredo esta abaixo explicado.
Quanto ao caso de Bispo Belo cabe as autoridades da Igreija a dar uma explicacao.
O que eu sei como a explicacao do Jose Martins
Tentações demoníacas!
Os santos também pecam.
A carne é fraca!
Eu sei que sabes como eu...
Xanana-Horta: PORQUE NÃO QUEREM REINADO NO TRIBUNAL (a 4 meses do assassinato)
Reposição
REINADO QUER GUSMÃO E RAMOS HORTA NO BANCO DOS RÉUS
A respeitada publicação Timor Online divulgou, no passado dia 5 deste mês, o trecho que a emissora australiana ABC tinha cortado de uma entrevista feita com o major Alfredo Reinado. Na passagem censurada, ele afirma que somente aceita ser detido e comparecer em tribunal se no banco dos réus estiverem também José Ramos Horta, atual presidente, e José “Xanana” Gusmão, primeiro-ministro do governo ilegal instalado e protegido militarmente pela Austrália. Em 2006, Alfredo Reinado participou ativamente no sangrento golpe de estado desencadeado por José Ramos Horta e José “Xanana” Gusmão contra o governo nacionalista do primeiro-ministro Mari Alkatiri. Naquela altura, Ramos era ministro das relações exteriores de Alkatiri e Gusmão ocupava a presidência da república.
Para mais ver Timor Lorosae nacao em versao Inglesa
Adeus
de Aikurus
Enviar um comentário