quinta-feira, janeiro 28, 2010

TERRENO DA CREL ALVO DE EXPLOSÃO SUBTERRÂNEA?

EXCLUSIVO

> "O desabamento de terras sobre a CREL pode ter sido motivado por qualquer tipo de explosão subterrãnea", afirmou ao JORNAL DO PAU um engenheiro que é professor no Instituto Superior Técnico. A nossa fonte adiantou que o movimento de terras que se registou no local "é demasiado volumoso para ter sido um simples cataclismo natural".
Entretanto, o presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Raposo (PS), afirmou hoje que o Grupo Espírito Santo, através do fundo imobiliário Edifundo, é o proprietário do terreno que desabou para a CREL na última sexta-feira.
"Temos o registo de que aquele terreno pertence ao Edifundo do Grupo Espírito Santo. É a única certeza que a Câmara Municipal da Amadora tem. Há documentos e qualquer um pode confirmar", afirmou hoje Joaquim Raposo.

1 comentário:

Anónimo disse...

O engenheiro não conhece os terrenos da Serra da Carregueira (Belas, Queluz, Casal de Cambra e Almargem do Bispo).

São terrenos com minas de água, aguas subterrâneas, ou seja, pequenos aquíferos.

Toda a vegetação do local foi eliminada e fez-se um aterro em altura....

Com a chuva é o que se vê...

Se fosse uma explosão, as toneladas de terra tinham caído de uma vez só na CREL e não foi isso o que aconteceu. E não sou eu engenheiro...