sábado, janeiro 31, 2009

Photoshop do Bru (30)

Calão (3)

Maricas - Picolho

A arte de fotografar (12)

Filosofia do graxa

O engraxador de serviço no café que frequento, perguntou-me:
- Oiça lá, porque é que ninguém tem a coragem de dizer que a justiça não funciona e que é uma merda?

A descoberta da pólvora

"Há muitas maneiras de esfolar um gato. No caso Freeport estão todas à vista. É um jogo em que toda a gente cometeu erros. O fim desta história pode não estar muito longe. Se o caso ficar encerrado, temos eleições antecipadas"

Ricardo Costa, director-adjunto do Expresso e irmão de António Costa, socialista na calha caso seja necessário substituir José Sócrates, hoje

A melhor da semana (5)

Insídia

"s.f. emboscada; traição; aleivosia; estratagema; ardil"
(fonte: Dicionário da Língua Portuguesa, Porto Editora).
Substitui no novo léxico socialista a palavra "urdidura"

In Expresso, hoje

Abortos a dois mil euros

Uma enfermeira fazia abortos ilegais e cobrava dois mil euros cada. Há muito disto pelo país fora.

Absurdo

O caso Freeport parece um polvo podre. Muitas pernas, tentáculos e cheiro nauseabundo. E alguma coisa é absurda. Partindo do princípio que não existiu nada de irregular, porque será que:
- Sean Collidge, ex-patrão do Freeport, fugiu e escondeu-se?
- Charles Smith, promotor do Freeport, esteve dois dias em parte incerta?
- Manuel Pedro, promotor do Freeport, não aparece em lado algum?
- Hugo Monteiro, primo de José Sócrates, intermediário, saiu do país?

Feio

A procuradora Cândida de Almeida foi apoiante da candidatura de Mário Soares à Presidência da República. No Ministério Público os colegas dizem que é simpatizante do PS. Tem sido responsável pelo preocesso Freeport, do qual disse na televisão que não existem suspeitos. Nos corredores da política afirma-se à boca cheia que o caso Freeport voltou a ser despolotado por "poderes ocultos" do PSD. E de repente, Cândida de Almeida anuncia que vai reabrir o processo SIRESP, conotado com o governo último do PSD...

A vergonha da semana (29)

A afirmação da ministra da Saúde "chamo-lhes mercenários". Acusação despropositada que Ana Jorge proferiu a respeito dos médicos de empresas privadas que vão trabalhar à tarefa em serviços públicos.

Bocas na rua (187)

- Ó Antunes, ouve cá! Se as eleições fossem hoje votavas em quem?
- No Sócrates, pá!
- No Sócrates?... Mesmo com estas broncas todas?
- Quais broncas?... Tu quando vais à Câmara para aprovar um projecto, o que é que fazes?
- Pago 'luvas'!
- Quando queres entrar para a polícia, o que é que fazes?
- Pago 'luvas'!
- Quando queres uma carta de condução, o que fazes?
- Pago 'luvas'!
- Quando queres ganhar um concurso de uma obra pública, o que fazes?
- Pago 'luvas'!
- Quando queres ser deputado, o que é fazes?
- Pago 'luvas'!
- Ora aí tens a resposta do meu voto... Voto sempre com a maioria...

Por mares nunca dantes blogados (42)







Exoticlic

Sidecar (5)

A graça do cosnos (1)

Qual deles é mais rápido, a luz ou o pensamento? Uma piranha a devorar carne ou a Luciana Abreu a consumir silicone? A velocidade é, muitas espécies aprenderam, pormenor importante para a sobrevivência. Lembre-se a ligeireza com que, a meio do século passado, muitos portugueses partiam para fora do país ou com que alguns cadáveres públicos andam de cargo em cargo tentando reanimar a sua carreira. Se Portugal é um país de onde apetece fugir, quanto mais não seja pelo frio e pelas músicas do José Malhoa, certos locais do Universo aparentam ser, igualmente, tão atractivos como esse rectângulo onde já não vou faz este ano uma década... aqui

Valerá a pena, senhor engenheiro?

Leio os jornais, oiço a rádio e vejo a televisão, e lamento. A loucura invadiu a comunicação social. A luta política, a luta dos interesses, a luta de certos jornalistas sem-vergonha atingiu limites inimagináveis. José Sócrates é o alvo. A abater ou a proteger. Não sei se compare este caso com o 'Watergate' de Richard Nixon, no particular de moer até sair farinha...
José Sócrates deve ter sonhado quando pequenino em ser muito rico, poderoso e viver num palácio quando fosse grande. Sócrates já foi acusado de não possuir o curso que anuncia, de ser homossexual e agora em plena praça pública de suspeito de corrupção. Um jornal diz que há e-mails fatais no caso Freeport. Outro, que há muitas coisas que o senhor tem de explicar. Outro ainda, que a sua mãe comprou uma casa a pronto num off shore. Outro, que os projectos assinados por si não eram seus. Outro, que um intermediário afirmou ter-lhe entregue 500 mil contos... etc.

A minha pergunta ao engenheiro Sócrates é simples: valerá a pena sujeitar-se a estes vexames por uma vivência palaciana? Ainda não pensou que daqui a vinte anos já não terá forças físicas para correr maratonas, esquiar na neve ou nadar nas ondas da Costa de Caparica? Valerá a pena tanta ambição ou fortuna para acabar a conversar com uma bengala no jardim? Pense nisso, senhor engenheiro...

Vá chamar nomes a outro

Luísa Schmidt assina hoje no 'Expresso' um artigo ao qual deu-lhe o título, quase misterioso, "A árvore das patacas somos nós". Nos dias de hoje, em que de modo transversal se atingem vários sectores da sociedade com acusações de corrupção, suborno, fraudes, lavagens de dinheiro, compras de casa a pronto em off shores e ilícitos vários, eu quero dizer à Luísa Schmidt que vá chamar nomes a outro com essa de que a "árvore das patacas somos nós". Nós, ponto e vírgula, minha senhora. Eu sei bem o que foi a "árvore das patacas" para alguns que tiveram o privilégio de governar ou de ser arquitecto, engenheiro e advogado em Macau e que hoje usufruem de posições importantes na governação e na sociedade portuguesas.
Refiro-me a uma "árvore das patacas" que ridiculariza qualquer acusação de "luvas" no valor de 4 milhões de euros ou mesmo de 4 milhões de contos. Em Macau cheguei a ver um advogado e um governante lucrarem num só negócio mais de 10 milhões de euros. A partir dos bons tempos de administração portuguesa de Macau podemos ver em vários locais do mundo a sumptuosa riqueza de alguns portugueses, fortunas essas, avaliadas, cada uma per si, em mais de 40 milhões de euros. Parecem números astronómicos e inacreditáveis, mas não são. A lista é infindável e gigantesca. Atendam apenas a um pequeno pormenor, para que possam comparar com a "ninharia" do Freeport: só para aprovar um projecto de um edifício com pisos a mais do que era indicado, pagava-se por cada piso extra mais de um milhão de patacas*...

* Na altura 1 pataca equivalia a 20 escudos

O jornal de hoje (213)


sexta-feira, janeiro 30, 2009

Sondagem PPTAO (2)

A nossa equipa simples e eficiente realizou mais uma sondagem nos últimos três dias. Temos informação recolhida por via telefónica e por abordagem pessoal. Já temos três profissionais que trabalham em duas empresas de sondagens. Temos dois colaboradores para as abordagens de rua.

Entre 28 e 30 deste mês de Janeiro foram contactadas 240 pessoas, potenciais eleitores. Perguntou-se apenas qual o sentido de voto para eleições legislativas.

Resultado:

PS - 37,1%

PSD - 31,6%

BE - 13,2%

PCP - 12,1%

CDS/PP - 6,0%

BCP pode sair do 'Sol'

O BCP não está disponível para ser accionista com gente que não conhece de lado nenhum. Começa a haver mais seriedade na banca...

Açores: a raridade




A ilha de São Jorge, nos Açores, está com neve. Um fenómeno raro e que os jovens nunca tinham visto. As fotos belíssimas e significativas foram enviadas pelo nosso leitor João Gonçalves, a quem muito agradecemos com um grande abraço.

Terras de Portugal que visitam o PPTAO (78)

CAMPO MAIOR, Portalegre

Bocas na rua (186)

- É pá, em que é que devemos investir o nosso dinheiro?
- Que eu veja... É pá, só há um produto que não é tóxico!
- Qual?
- O bacalhau...

400 quilos de cocaína num iate francês

Na Póvoa de Varzim foi apresado um iate francês que transportava 400 quilos de cocaína. E não foi ao fundo...

Não se riam (77)

Cavaco Silva disse que a existência dos novos pobres se deve aos divórcios...

Não é foto, é lápis! (14)

Defenda os animais (9)

A arte de fotografar (11)

Humor às avessas (5)

Em homenagem a todos os brasileiros que criam anedotas a gozar os portugueses.

Um brasileiro compra a lotaria.
Mais tarde vai conferir, ao olhar para a televisão vê o número vencedor: 200345.
Olha bem para o seu bilhete e confirma o número que lhe calhou em sorte: 200345 e diz:

- Porra, cara! Brasileiro nunca ganha, só empata!!!

Surrealismo...

... No rádio oiço Ana Paulo Vitorino. Dizem que é secretária de Estado dos Transportes. Fala que já vai adjudicar, blá, blá, um troço, blá, blá, do TGV... E diz mais: que a "terceira" travessia sobre o Tejo também, blá, blá, vai avançar até ao Verão.
Terceira travessia? Só de Abrantes até Vila Franca de Xira conheço algumas 10 travessias sobre o Tejo...
Gente culta...

O peso do processo Freeport...

Buraco



















"A crise é um buraco silencioso"


João Severino, blogger

A Melhor Primeira do Mês (6)

História de logos de marcas de carros (15)

Defenda o 'Diário de Notícias'

Em defesa de um património com 144 anos

A história do Diário de Notícias não pode, nem deve, ser dissociada da história do País. Nos últimos 144 anos, o jornal fundado a 29 de Dezembro de 1864, por Thomaz Quintino Antunes e Eduardo Coelho, tem estado presente nos momentos mais históricos da sociedade portuguesa.
Em 1864, por exemplo, quando a maioria dos periódicos não escondia a sua veia de combate político, o Diário de Notícias apostou na sobriedade informativa e na prioridade factual. Sempre aliada à atracção de alguns dos nomes mais importantes da cultura nacional. Nestas páginas escreveram, entre outros, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Pinheiro Chagas e José Saramago.
Ao longo dos anos, contra crises mundiais e nacionais, sobreviveu a tudo e a todos, ultrapassou o Antigo Regime, defendeu a liberdade e implantou-se como uma das maiores referências nacionais e internacionais na história do jornalismo. 144 anos a informar Portugal e a inaugurar novos géneros jornalísticos: o Editorial, a Grande Reportagem, as grandes entrevistas.
Momentos houve, porém, em que algumas forças pareceram querer aniquilar o DN, colocando em causa a sua subsistência. Com sucessivas vendas e privatizações, muitas vezes causadoras de enormes perturbações no seio de uma redacção que apenas tem procurado informar Portugal, sempre com o máximo de rigor.
Nunca, porém, a precariedade dessa sobrevivência foi tão notória como hoje, sendo tempo de todas as forças vivas da sociedade portuguesa reclamarem contra o definhamento da identidade de uma instituição centenária que sempre as representou.
Num difícil momento económico-financeiro, nacional e internacional, são cada vez mais nítidos os indícios de que o grupo Controlinveste está a usar a crise como pretexto para levar a cabo uma reestruturação, longamente pensada, e que conduzirá ao despedimento, sem qualquer tipo de critério explicável, de 122 trabalhadores, dos quais mais de 60 são jornalistas do Diário de Notícias, JN, 24 Horas e O Jogo.
E ainda com o maior processo de despedimento de trabalhadores de que há memória nas últimas décadas no sector da Comunicação Social a decorrer, projecta-se já a criação de diversas sinergias que irão destruir a identidade dos dois jornais centenários de que o grupo Controlinveste é proprietário: o JN e o Diário de Notícias.
Se o processo não for travado, os dois jornais, mesmo que mantenham cabeçalhos diferenciados, serão apenas suportes de conteúdos sem alma. A ideia não é nova e, com a concentração dos media e as alterações legislativas no Estatuto do Jornalista, feitas à medida dos interesses dos grupos económicos, está em pleno curso.
É agora prática corrente a figura do “enviado notícias”, jornalista de um dos dois títulos em serviço no estrangeiro e que vê a sua reportagem publicada, ipsis verbis, em ambos, ainda ontem concorrentes, mesmo que integrados no mesmo grupo.
Correm igualmente rumores sobre a ideia de criar, à custa do despedimento de fotojornalistas, uma agência fotográfica cujos membros integrantes trabalharão, indiscriminadamente, para os jornais Diário de Notícias, 24Horas e O Jogo, constituindo a primeira grande machadada nas matrizes identitárias das publicações. O JN entrará logo depois nesse esquema.
Num jornal que se pretende de referência e internacional, opta-se agora pela redução drástica das redacções do Porto e Coimbra e extingue-se a de Leiria, reforçando ainda mais a crença de que o Diário de Notícias é, apenas, “um jornal de Lisboa”.
O resto virá a seguir. Os jornais do Grupo Controlinveste passarão a ser, não importa se sob uma ou várias marcas, veículos de um pensamento único. Pensando apenas na optimização de recursos, descaracterizam-se redacções e nada impedirá que secções sejam extintas, uma vez que, nesta visão redutora, um só jornalista chegará para alimentar quantos jornais e páginas da Internet for necessário.
É pela identidade de cada meio de informação que os profissionais se batem, até porque é essa mesma identidade - editorial e de conteúdos – que os levou a optar pelo jornal em que trabalham. E é ela também que permite a manutenção dos leitores do DN e a eventual conquista de outros. Caso contrário, o que é que leva um leitor a optar pela compra do DN?
De forma brusca e pouco pensada, caminha-se a passos bem largos para a total descaracterização de um jornal que marcou a agenda nacional, que incomodou governos e desassossegou sectores que se sempre se sentiram protegidos. Qualidade jornalística tal que levou mesmo a que, em 1983, a UNESCO considerasse o Diário de Notícias “o jornal de referência de Portugal”.
A 11 de Abril de 1975, no calor do pós-Revolução de Abril, o director Luís Barros e o futuro Nobel da Literatura José Saramago alertavam o País: "O DN é importante de mais para que os seus trabalhadores aceitem vê-lo transformar-se em feudo de alguém. Esta Casa precisa de todos e será obra de todos". É pois chegado o momento de não apenas os trabalhadores desta casa, mas a própria sociedade portuguesa sair em defesa de um jornal que não pode perder a sua identidade.

Em defesa deste grande jornal assine esta petição:


http://www.petitiononline.com/defesadn/petition.html

Ai é?...

Sidecar (4)

Humor às avessas (4)

No Alentejo, um autocarro que transportava políticos chocou com uma árvore. Pouco depois chegou um jornalista e perguntou a um alentejano que estava por ali com uma pá na mão:

- O senhor viu o que se passou?
- Vi, sim senhor! O autocarro com os políticos espetou-se no chaparro.
- E onde estão os políticos?
- Enterrei-os!
- Mas, então não estava nenhum vivo?
- Alguns diziam que sim, mas o compadre sabe como são os políticos...

Mais 71 hipers

A informação caiu nas redacções como que para animar as hostes da crise económica. "Portugal vai ter mais 71 super e hipers este ano". Ora aqui está um filme visto ao contrário. O realizador ainda não leu o guião. O problema não é a construção de mais 10, 40, 70 ou 100 supermercados. O que é vital para a sobrevivência de todos nós é saber se a crise que nos foi oferecida pelos exploradores do capitalismo selvagem terá alguma vez, no futuro, a possibilidade de permitir que continuem a existir alimentos para todos. Segundo os especialistas, corremos o risco de ver o planeta sem alimentos suficientes para dar de comer a toda a gente.
Podem abrir os hipers que quiserem, mas seria bom certificarem-se primeiramente com segurança se não vão ficar, dentro de pouco tempo, com os estabelecimentos às moscas...

Governo a portar-se mal

viola segredo de justiça.

Pouco cândida

Cândida Almeida não é uma magistrada qualquer do Ministério Público. E mesmo que fosse escreveria a mesma coisa. Ela é chefe, é coordenadora de processos relevantes e mediáticos, é da confiança extrema do procurador-geral da República. Ontem, esta senhora deixou-nos perplexos. Mais parecia um qualquer José Lello, Santos Silva ou Vitalino Canas a correr as "capelinhas" justificando o injustificável. Não gostei. Se existe segredo de justiça para umas coisas e para uns, tem de ser igual para outros.
Cândida Almeida nunca veio a terreiro falar de Oliveira e Costa e das suas implicações no caso BPN, de Vale e Azevedo e dos processos que continuam pendentes com os "ingleses", da 'Operação Furacão' que envolve tanta gente 'importante', de João Rendeiro e os problemas com o BPP, de Dias Loureiro, de Fátima Felgueiras, de Pinto da Costa, de Valentim Loureiro, de Isaltino Morais, de Pedro Santana Lopes, de Telmo Correia, de Nobre Guedes, de Paulo Portas, de Carmona Rodrigues, dos implicados no caso Casa Pia e de tantas outras personalidades conhecidas da sociedade portuguesa que têm sido alvo de suspeitas judiciais.
Interrogamo
-nos do propósito de tanta entrevista e de tanta lisura na assunção de enquadramentos judiciais que até ontem eram apresentados como sendo segredos procesuais para se manter o silêncio sobre os mesmos da parte do MP.
Não, alguma coisa esteve mal na esfera da independência exigida ao poder judicial. Não é com falatório deste calibre que se convence o povinho de que a Justiça é séria e que tudo vai bem no reino de Pitágoras...

O jornal de hoje (212)

quinta-feira, janeiro 29, 2009

A arte de fotografar (10)

Muito culta...

A ministra da Saúde acha que Praga é capital da Eslováquia.

Lésbicas ao poder

Islândia deverá ter a primeira chefe de Governo lésbica do mundo.

Não é foto, é lápis! (13)

Como eu vejo as mulheres (14)


Cultas e analfabetas







photo Daniel Oliveira

Trabalhadores da Controlinveste dispostos a lutar

Os trabalhadores da Controlinveste exigem a retirada dos processos de despedimento colectivo e a abertura imediata de negociações entre as empresas e os sindicatos.

Humor às avessas (3)

- Ó Zé, vais demitir-te?
- Não, pá! Vou fazer um teste de resistência...

Freegate: Sócrates desmente tudo

O primeiro-ministro voltou a abordar o assunto Freeport com uma intervenção em directo na televisão. José Sócrates manteve o que tem dito. Trata-se de uma calúnia para o denegrir pessoal e politicamente, e que irá continuar a governar com determinação.

Sócrates não recebeu nada

EXCLUSIVO

Esta tarde mantivemos uma conversa com uma personalidade que exerceu funções no gabinete do ministro do Ambiente, José Sócrates, e que, por sinal, hoje não é apoiante da política liderada pelo actual primeiro-ministro.

PPTAO - Estas notícias sobre o Freeport têm fundamento?
Interlocutor - Podem ter!
- Com a envolvência do ex-ministro do Ambiente, José Sócrates?
- Nem pensar! Posso assegurar-lhe, eu que trabalhei directamente com ele enquanto ministro do Ambiente, que não é pessoa para entrar por esses caminhos. Discordo hoje da maioria das políticas que o engenheiro Sócrates protagoniza, mas tenho a certeza que sobre o processo de licenciamento do Freeport, o engenheiro Sócrates não recebeu quaisquer "luvas".
- Mas disse-me que poderia haver fundamento para as acusações...
- Para as acusações sobre o movimento de "luvas" pode ser uma hipótese viável, mas as "luvas" podem ter ido parar a mãos que não as do primeiro-ministro.
- Caso do seu tio e primo?
- É uma possibilidade a ter em conta. Há muita gente que se aproveita do parentesco com pessoas situadas em cargos de importância política e que intermeiam projectos.
- Com movimento de dinheiros?
- Com certeza e em muitas áreas da governação. Muitas vezes dizendo aos interlocutores que terão de adiantar uma quantia determinada para entregar ao director, ao secretário de Estado ou ao ministro e essas pessoas nunca sabem de nada.
- E passam por corruptos...
- Sim! Aos olhos desses interlocutores que entregam dinheiro aos intermediários, os quais afirmam destinar-se aos familiares que ocupam lugares importantes, a imagem de certos políticos está de rastos.
- Então, é convicção sua que José Sócrates está inocente no caso Freeport?
- No que respeita a ter recebido dinheiro tenho a certerza absoluta que estará inocente.
- E acha que todo este caso nos média pode levar o primeiro-ministro a demitir-se e a provocar eleições antecipadas?
- Olhe, o primeiro-ministro vai esta tarde, penso que por volta das dezoito horas, falar ao País. Tenho a certeza que não será para anunciar a demissão de chefe do Executivo... não faz o seu estilo e ele deve sentir-se muito forte mentalmente porque sabe que está inocente... eu, hoje em dia, sou um dos maiores críticos das suas políticas, mas neste assunto veremos quem é que conseguirá provar que ele foi corrupto.
- Na sua interpretação a que se deve o regresso deste caso?
- Por mera perseguição política. A oposição está de rastos e não tinha outro caminho para o destruir...

Chá das cinco (139)

Terras de Portugal que visitam o PPTAO (77)

ESTÔMBAR - Algarve

Só um cego não via

BPP pode fechar.

História de logos de marcas de carros (14)

Photoshop do Bru (29)

Sidecar (3)

Calão (2)

Guarda-nocturno - Sereno

Sócrates feito aos bifes

Os ingleses querem ver as contas bancárias do cidadão José Sócrates. Agora? E o rabinho lavado com água de colónia, não querem? É que isto já cheira mal...

Freegate: ora aí está

A teoria que avancei ontem sobre o Freeport ter sido um must bem engendrado pela máquina de comunicação que está por trás de José Sócrates, a fim de poder culminar com a impossibilidade de governar e consequente realização de eleições antecipadas, foi precisamente estampada esta manhã para todo o País e Regiões Antónomas poderem ouvir.
Através da Antena 1 ouvimos claramente o comentador da corte socretina, Raul Vaz, a deambular pela falta de condições que o primeiro-ministro pode ter para governar e, nesse sentido, rematou o comentador: "ter-se-á que ir para eleições antecipadas".
Ora aí está...

O jornal de hoje (211)


quarta-feira, janeiro 28, 2009

A diferença

Os americanos dizem:

"We have Barack Obama, Stevie Wonder, Bob Hope, and Johnny Cash."

Respondem os portugueses:

"We have José Sócrates, No Wonder, No Hope, and No Cash."

Está tudo feito

A máquina de comunicação, estratégia e propaganda que dirige a carreira do primeiro-ministro tem sido perfeita. Há que aplaudir. Bem engendrada esta notícia do Freeport que despoletou imediatamente que todos os serviçais da comunicação social fossem no engodo, uns, e no recado, outros.

Não existindo quaisquer provas para incriminar José Sócrates no caso Freeport, a máquina arriscou avançar com o "caso" nesta precisa altura em que tinha de se fazer tudo para não se falar mais em problemas nas maternidades, nas escolas, nas fábricas, nas empresas, nos bancos. Tudo passou a segundo plano. Nas primeiras páginas, eis o Freeport. Todos os dias. Nas rádios e televisões, eis o Freeport. A toda a hora.

Amanhã, mais um serviço à estratégia: 'Visão' e 'Sábado', duas revistas que normalmente dedicam as capas aos pais-mamãs, maridos islâmicos, às praias ou à celulite, aí estão elas com o Freeport, para deleite de um primeiro-ministro que nunca responde às perguntas dos jornalistas, mas, que no entanto, sobre o Freeport toma posição em todo o lado onde esteja um porta-microfone.

Tudo isto para quê? Para que se cumpra o testamento: "Desculpem, mas com esta cabala contínua, com esta perseguição pessoal diária, com estas falsidades, invenções e calúnias constantes, não tenho mais condições para governar e em face disto, este meu governo demite-se de funções por impossibilidade total das condições imprescindíveis para governar".

Eis as eleições antecipadas tão desejadas...

Desafio (3)


O Sindrome do Titanic







Jorge Cabral






Quem é que não se lembra do célebre ministro da Informação do último governo de Sadam Hussein, aquando da invasão do exército americano e mais precisamente da sua entrada a Bagdad? Pois bem! Não há dúvida que ele próprio era uma tragédia.
E das últimas horas do Titanic (à superfície, claro)? Quem é que se não lembra também? É claro que todos nos lembramos também de mais esta tragédia.
Agora imaginem o que seria um Titanic com um comandante igual ao tal ministro da Informação.

Pois bem. É esse o Titanic em que estamos todos!!!
O desastre final já se está a ouvir, pelo menos para muitíssimos de nós. Há gente com água pelos tornozelos, outros com as bavaroises encharcadas, outros ainda com as suas lingeries adquiridas a preços pornográficos já enlameadas, há até os que já não conseguem esticar mais o pescoço e se vão afogando, ao encontro dos muitos que já submergiram. O quadro exige uma mudança brusca e radical de rumo, medidas profundas mas que nos apontem um futuro diferente do que aquele para que todos nós sabemos estar a ser conduzidos.
Todavia o “comandante” ordena que a orquestra continue a tocar numa exibição tétrica, e quando todos estiverem debaixo de água, ele dirá, por gestos, que se trata de uma inigualável exibição artística subaquática só ali possível de ser admirada.
Eis o quadro que não me abandona face ao que vejo em todos os Titanics em que se estão a transformar as economias ocidentais, desde a Islândia aos Estados Unidos, com a UE todinha lá dentro.

Haveria que dar já passos concretos e consistentes em direcção a um novo paradigma, a nível do consumo, da energia, da mobilidade e dos transportes, da gestão responsável e criteriosa dos recursos estratégicos do Planeta; e, gizar as novas políticas de Educação que conduzissem a uma sociedade mais justa, mais verdadeira, mais solidária, onde o egoísmo e a ganância fossem melhor controlados e devidamente tributados.
Isto parece impossível, mas não é. Impossível é continuar-se nesta saga de inverdades e de embustes, para se continuar, muito para além do que já é possível, a esbanjar recursos e energias na pandilha que originou a situação em que nos encontramos.
É que, não sei se já repararam, as calamidades surgem como, “cada sachadela, cada minhoca”, mas até hoje, nenhum destes imbecis, foi capaz de arrepiar caminho. Ninguém assume os erros, nem toma medidas para que de futuro nunca mais surjam. Em vez disso, e note-se bem, a única coisa que têm sabido fazer, é deitar “papel” para a fogueira. Mais grave ainda, estes imbecilóides nem sabem bem como é que tudo isto aconteceu, como é que podemos esperar deles qualquer competência para a sua resolução?!

Visão: ingleses colocam Sócrates como suspeito de suborno e corrupção

A revista 'Visão' que amanhã sai para as bancas insere um trabalho de investigação sobre o caso Freeport. A revista fala de uma carta rogatória da polícia inglesa que coloca José Sócrates como suspeito de suborno e corrupção. Este particular, já teria provocado mal-estar entre as autoridades portuguesas e inglesas. O trabalho jornalístico da 'Visão' adianta que a parte portuguesa não aceitou que fosse constituída uma equipa (luso-britânica) mista para a investigação.

Última hora

16.16 horas: "A propósito de emprego quero dar-lhe, senhor primeiro-ministro, uma notícia de última hora, a empresa alemã Euronabel acaba de abandonar Portugal"

Jerónimo de Sousa, líder no PCP, na Assembleia da República

Terras de Portugal que visitam o PPTAO (76)

MOGADOURO, Bragança

Calão (1)

Carrinha da Polícia - Luísa

Jardim rejeita o Hino Nacional

Alberto João Jardim passou a ter o odioso de todos os portugueses, com excepção para os elementos do PSD/Madeira, ao rejeitar o Hino Nacional nas cerimónias comemorativas da Região da Madeira e no Dia do Município, bem como em eventos oficiais no arquipélago em que estejam presentes membros dos órgãos de governo próprio da região.

Paulo Bento e Liedson...

Se meter gasolina no copo, não conduza!

AhAhAh!... Não me lixem

Lembram-se do post que ontem escrevi sobre o título 'Não me lixem'? Sim, sobre a ida da polícia ao BPP passado todo este tempo à procura de documentos comprometedores com práticas ilegais. Agora leiam isto...

Mais de 40 milhões de desempregados

A tragédia social em todo o mundo pode estar à vista. Segundo a Organização Mundial do Trabalho (OIT), o cenário este ano pode derrapar para números assustadores no desemprego. As melhores expectativas indicam que podem ficar oito milhões de pessoas sem trabalho e na pior das hipóteses, o número de desempregados pode atingir os 40 milhões. Nester caso, o planeta pode assistir a convulsões sociais de extrema gravidade.

Frase do dia

"Se eu soubesse que um dia a América seria governada por um de nós, jamais teria mudado de cor."

Michael Jackson, cantor

BCPCRIME sempre teve razão

O blogue BCPCRIME sempre esteve em cima do acontecimento e para quantos tiveram dúvidas das suas teorias, informação ou esclarecimentos, ora aí está na primeira página do DN: "Nove accionistas oerderam dois mil milhões com o BCP".

Como eu vejo as mulheres (13)


Tímidas e atiradiças








photo Daniel Oliveira

Photoshop do Bru (28)


Pés pelas mãos...

Diga lá trezentos e trinta e três (105)

Um alentejano, muito surdo, sai do consultório do ginecologista da mulher preocupado, e diz:

- Ó compadre tou aqui cum problema... nã sê se ouvi se ela tá andando mal dos ovários ou se tá fazendo amor com vários!

Versão portuguesa do lema Obama

YES, WEEKEND!

Sidecar (2)

O que eles dizem (95)

"O PCP é uma caricatura do marxismo-leninismo"

Manuel Coelho, presidente da Câmara Municipal de Sines, militante do PCP durante 35 anos, hoje no DN

Não se riam (76)

Dias Loureiro: "só soube da existência do Banco Insular há alguns meses pelos jornais"...




Soltaram os cães

Freitas do Amaral disse que o Freeport é um caso de "raiva" contra Sócrates...

John Updike: morreu o escritor de diferentes públicos

Morreu John Updike, um dos mais prolíferos novelistas norte-americanos do pós-guerra. Foi ontem, em Beverly Farms, Massachussets, em resultado de um cancro. Tinha 76 anos.
Updike é visto pelos críticos como um erudito com o génio voltado para temas de sexo, divórcio e outras aventuras, no resumo que a Reuters fez dele, minutos depois de anunciada a morte, comunicada pelo seu editor, Alfred A. Knopf. O escritor venceu o Prémio Pulitzer e foi lido por gerações.
Updike escreveu histórias curtas e longas, novelas, romances, ensaios, poemas, críticas, um pouco de tudo. Até sobre "baseball", neste caso num escrito sobre Ted Williams, um campeão da modalidade, que fez sucesso.
Desde que começou a escrever, nos anos de 1950, publicou mais de 50 obras. Era um frequente candidato aos Pulitzer, que ganhou duas vezes, com Rabit Is Rich e Rabit at Rest. De outros dos galardões que venceu destaque-se dois National Book Awards.

Freegate: e agora, Silva Pereira?

O ministro da presidência de Conselho de Ministros, Pedro Silva Pereira, irritou-se com as perguntas de Mário Crespo em entrevista recente. Hoje, o 'Público' prova o contrário do que disse o ministro-sósia...

O jornal de hoje (210)

terça-feira, janeiro 27, 2009

A actriz no Pau (20)


Elisabeth Banks

Não me lixem

meses que João Rendeiro deixou o BPP. E deixou porque a situação sob a sua gestão era insustentável e porque existiam suspeitas de actividades menos lícitas. E é agora passado este tempo todo que a polícia entra pelo banco a dentro e vai à procura nos computadores de pistas para as ilegalidades.
Alguém acredita que João Rendeiro e outros directores do banco, caso tivesse existido a prática de ilegalidades, deixassem quaisquer rastos anómalos a aguardar que a senhora polícia chegasse de vestido de noite? Não me lixem...

Não se riam (75)

O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, garantiu hoje que "todos são iguais" perante a investigação criminal.

Todos convidados...

Notas branqueadas

BDC poderá ser a nova sigla do BPP. BDC, de Branqueamento De Capitais...

Publicidade (54)

O início do movimento gay...

Desafio (2)


A vitimização






Jorge Cabral





1 – Dos Factos

O massacre que a Comunicação Social nos impinge sempre que surge qualquer notícia fora do vulgar, é bem a demonstração do deserto de qualidade em que esse “poder” se transformou. Repetições inusitadas que são levadas muito para além da exaustão: explanações com extensões despropositadas que mais parecem exercícios de culto da pessoa que as profere; comentários impossíveis de ouvir e que se transformam desde o primeiro minuto em torturas inadmissíveis: todos falam, todos sabem, todos presumem e adivinham, em orgias de masturbação intelectual que nos maltratam, afligem, deprimem, angustiam e por fim, lá muito para além, nos indignam, pelo menos a alguns.
Assim acontece com o caso da actualidade, cujo nome até já me custa proferir. Na verdade, no meu subconsciente já se está a formar uma barreira, um antídoto que me ajuda a “desligar” quando alguém profere as primeiras sílabas da torturante palavra. E, perdoem-me a falta de modéstia, mas arrisco que, mais cedo ou mais tarde, isto se passa com quase todos.

2 – Das Consequências

Atentos os factos supra enunciados, eis que, muito diferentemente do que tudo isto parece ser, me assalta uma outra ideia de realidade:
Será que isto é exactamente assim, como parece ser, ou será que a verdade está escondida e tudo isto não passa de mais um embuste, com intenções escusas e inconfessáveis?!
Pois a mim, parece-me que esta 2ª hipótese é bem mais plausível. Senão vejamos:

i- Estamos inseridos numa sociedade onde a vitimização costuma dar óptimos resultados a quem a assume, para além de um valiosíssimo protagonismo, em certos momentos, claramente fundamental.
ii- A concentração das atenções em casos “controlados” é o ideal para que outros, muito menos geríveis e mais perniciosos, passem ao lado.
iii- Quem tem poder neste País, geralmente não precisa de ter qualquer receio da Justiça.
iv- E não há nada melhor que identificar-se um inimigo exterior, para cerrar fileiras internas.

Ora bem, nestas três vertentes, as vantagens são todas do eng. Sócrates, e são imensas. A saber:

i- Com esta lebre o eng. Sócrates consegue, e tem sabido aproveitar, imperdíveis “tempos de antena”, onde é nítido o envio de mensagens eleitoralistas, designadamente sobre a sua incorruptibilidade, honestidade, respeito pelo cumprimento integral da Lei, etc., etc..
ii- Quanto ao desvio das atenções, lembro tão só que qualquer dos casos que abaixo enumero, são muito mais difíceis de resolver que esta trica de corrupção (infelizmente já tão vulgar neste País):

ii-1- Grave situação no ensino, onde a balela da boa intervenção no 1º ciclo, não apaga a chaga em que se transformou, gerando licenciados inaproveitáveis e professores frustrados. É que, o baixíssimo nível das nossas faculdades, principalmente das privadas, é já hoje o grande responsável pela multidão (perto de 50.000) de licenciados desempregados.
ii.2- A miséria na nossa sociedade grassa e são cada vez mais as situações de desespero medieval em que muitos portugueses já se encontram. O povo português é hoje um conjunto de pessoas, sem vontade, sem rumo, sem estímulos, sem dignidade e sem perspectiva de futuro, que vive amargurado com o que poderá vir a ser a vida dos seus filhos e dos seus netos, isto, devido à incapacidade, à mediocridade e ao crime em que se transformou o exercício do poder em Portugal, pelos moluscos a que temos chamado “políticos”.
ii.3- A gravíssima situação da Saúde e da Justiça.
ii.4- O que se está a passar com a Banca e a forma com se tem tratado (premiado) a acção perniciosa destes agentes económicos e de toda a cáfila de criminosos especuladores que se apresentavam há menos de um ano à sociedade, como se de reizinhos se tratasse.
ii.5- As trupes dos combustíveis e o seu saque ganancioso e permanente, com a complacência, para não dizer mesmo auxílio, dos organismos que deveriam controlá-las.
ii.6- O desnorte em que o Governo se encontra, atirando gasolina para a fogueira, com chavões, como seja o consumo de verbas que nem existem, em “investimentos” megalómanos, num momento em que o risco de morrerem portugueses à fome, é cada vez mais assustador. Com um aspecto que a meu ver é criminoso, que é o facto de ninguém pesar, técnica, séria e profundamente, todos os reflexos deste esbanjamento de recursos.
ii.7- Na sequência do ponto anterior, há que ter sempre presente o volume da nossa dívida externa. Ele é de tal forma que se não estivéssemos na UE e no “Euro”, já teríamos tido um destino bem pior que a Islândia. Todavia, só mentes doentiamente alucinadas conseguem menosprezar um problema destes.
ii.8- O aumento de 2000 desempregados por cada mês que passa; o fecho sistemático de empresas cuja solidez há dias, ninguém questionava; a ferocidade fiscal para obnubilar a realidade; etc., etc., são tudo questões sérias que desta forma passam a segundo plano e de que já quase ninguém quer saber.
iii- E quanto às consequências dos “poderosos” deste País em termos de Justiça? Nada! Pois a excepção confirma a regra e a regra chama-se Vale e Azevedo.
iv- E por último. Quem é que tem dúvidas da verdadeira intenção da atoarda que ontem foi notícia do ataque de Marinho Pinto aos procedimentos de investigação judicial? A mim, parece-me descabido que um Bastonário da Ordem dos Advogados, em lugar de dirimir as suas razões e de tentar impor a legalidade, com os imensos meios e poder que tem, quer no País, quer mesmo recorrendo aos tribunais comunitários, venha, inconsequentemente fazer afirmações, como se de qualquer vulgar e impotente cidadão se tratasse, em conversa de café.

Ou seja, vire-me para onde me virar, nesta saga, só vejo vantagens para o primeiro-ministro e para o PS. De outra forma, talvez estes meses até às eleições fossem muito difíceis de atravessar!…

Sidecar (1)


Photoshop do Bru (27)

BPN: Vakil sabia de buracão de 646 milhões

O caso BPN está quase a entrar no esquecimento. A única coisa que se vai apurando é que o ex-presidente Oliveira e Costa continua preso e que a Comissão da Assembleia da República vai ouvindo Dias Loureiro e uns quantos do Banco de Portugal. Outro responsável pelas actividades do banco, Abdool Vakil, já foi ouvido no Parlamento, mas na altura, não se percebe por que razão não ficámos a saber que o senhor desde Março de 2008 já tinha conhecimento de um "buracão" nas contas do BPN no valor de 646 milhões de euros...

Humor às avessas (2)

- Há uma coisa que eu não entendo no caso Freeport?!
- Só uma?
- Quer dizer... há uma que me faz espécie!
- O quê?
- O filho do tio disse que não recebeu resposta ao seu pedido de uns favorzitos dos ingleses e o pai do primo diz que os ingleses responderam e que até se reuniram...
- É pá, realmente, com essa tua linguagem em código não consigo vislumbrar onde é que está o padrinho...

Freegate: Intermediários mamaram mais de 1 milhão

Foi o melhor ano da empresa Smith & Pedro. O negócio com o Grupo Freeport triplicou a facturação da sociedade fundada por Charles Angus Smith e Manuel Carlos Abrantes Pedro Nunes em 5 de Julho de 2000.
Segundo podemos ler hoje no 'Correio da Manhã', em 2004, ano em que o Freeport inaugurou em Alcochete o maior outlet da Europa, a sociedade facturou mais de um milhão de euros, quase três vezes mais do que aquilo que ganhou em 2003.
Com efeito, o Grupo Freeport foi a galinha dos ovos de ouro da Smith & Pedro, dando origem a proveitos de 1,3 milhões de euros em dois anos (2003 e 2004). Deu para comprar cachecóis...

Obama tem a casa por pagar

Barack Obama será um bom gestor? O Presidente dos EUA tem a casa de Chicago por pagar através de um empréstimo que contraiu. Em 2007 ganhou quatro milhões de dólares, a maioria em direitos de livros. No entanto, já perdeu dinheiro em fundos de investimentos.

Bocas na rua (185)

- É pá, sabes o que é a 'Neurónio Criativo'?
- Não, meu! Só sei de uns certos tipos com neurónios bem criativos...

O jornal de hoje (209)

Na Suécia a bandeira é loira...

segunda-feira, janeiro 26, 2009

O nacional aberrantismo

não sei se hei-de emigrar para as Berlengas, para o Pico ou Porto Santo, partindo do princípio que não existe por lá televisão. Já não se aguenta mais o visionamento dos canais portugueses com a amostragem do que há de mais inútil. Vem o professor Marcelo e já não diz nada de interesse, aberrante. Vem António Vitorino e as suas "notas" são tão "soltas" que não se entendem, aberrante. Vem Pedro Silva Pereira e consegue enervar o entrevistador mais calmo do mundo acusando-o de estar a insultá-lo. O homem-sósia tanto quis defender a sua dama sobre o Freeport que deixou tudo a rir pela palhaçada patenteada e a chorar pela tristeza da nulidade discursiva, aberrante. Vem o Manuel Pinho e os seus muchachos do Turismo e da Lena e desligamos o televisor. Mas, tudo isto não faz mal nenhum, porque o povinho já está a habituar-se às telenovelas por rejeição a este nacional aberrantismo...

Estou farta de ler...


Ana Beatriz Barros

Mesquita Machado mandou-os à fava


Francisco Mesquita Machado, presidente da Assembleia-Geral da Federação Portuguesa de Futebol pediu a sua demissão do cargo. Como presidente da Câmara de Braga deve ter-se fartado dos cambalachos futebolísticos...

Férias da Páscoa: visite a Austrália


Australia, the most beautiful country. Se está a pensar onde passar as férias da Pácoa e não tem qualquer ideia, garanto-lhe que o melhor destino é a Austrália. O melhor clima, as melhores praias, as melhores estradas, as melhores paisagens, os melhores hotéis, os melhores hospitais, a melhor gente e tem portugueses, a dizer-lhe: "Olá!".

Não é foto, é lápis! (12)