Sábado, Novembro 21, 2009

A LÁGRIMA NATURAL


> Todos os anos recebo um email, quase sempre do mesmo teor: "Caro João estou sentado na bancada junto à curva do hotel Lisboa a ver o Grande Prémio. Isto sem ti não tem graça nenhuma. Os comentários das corridas não têm vida e falta o teu entusiasmo. Abraço de saudade".
Na verdade, as lágrimas caem-me pela face, naturalmente. É com imensa saudade que penso no "meu" Grande Prémio de Macau e no quanto a sua ausência me destrói a alma.
Recordo apenas que subi ao pódio no mesmo ano que Ayrton Senna venceu a corrida de Fórmula 3.
Aos homens que ainda lutam pela sua realização, o João Costa Antunes e o Mário Sin, o meu abraço de amizade. Ao piloto que nunca esqueço, o André Couto, o desejo de muita sorte.

4 pauladas:

Anónimo disse...

Até nisto a culpa passa pelo Partido Socialista. Se não fosse por causa daquele maldito destacado membro do PS, e do que ele lhe fez, ainda hoje podiamos de certeza apreciar os seus comentários aqui em Macau.

adelina disse...

Sr João Severino também eu ontem ao ver na TV o Grande Prémio me lembrei de si e o evoquei aqui em casa. Foram bons tempos vividos intensamente nessa Macau que todos adorámos. Estive em Macau de 1987 a 1999. Um abraço. Adelina Pedro

jes disse...

Obrigado Anónimo e Adelina. O que mais me custa é a solidão, sabendo que o ruído dos motores me daria a felicidade que me falta. Abraço

Anónimo disse...

Também ontem me lembrei de si, quando, nessa época, morava na Praceta Miramar e acordava na manhã do grande Prémio, não com o barulho dos motores, mas com a voz do Severino..na altura era uma seca, mas ontem ao olhar para trás ... those were the days, my friend..