> José Sócrates já reagiu à manchete do 'Sol', dizendo que a notícia «não passa de um insulto». O primeiro-ministro acrescentou que aguarda o esclarecimento do procurador-geral da República sobre a existência e a legalidade das escutas. |
«Uma coisa é naturalmente discutirmos, com amigos, como fiz, relativamente a notícias que são publicadas nos jornais e a conhecimentos informais. Outra coisa é, como disse no Parlamento, como primeiro-ministro, o conhecimento oficial e o conhecimento prévio desse negócio. Em relação a esse negócio não tenho nada a acrescentar ou a retirar», referiu esta manhã.
Questionado pelos jornalistas, Sócrates acrescentou que o caso «está a passar todas as marcas», esperando «que se esclareça se as escutas existiram e se foram legais», dirigindo-se ao procurador-geral da República.
«Estou à espera que alguém diga se essas gravações são verdadeiras», disse o primeiro-ministro.
NOTA: O primeiro-ministro não tem que colocar em causa se as escutas são ou não legais. As escutas, conforme as informações, foram realizadas a Armando Vara, que por sinal, ligou a José Sócrates. O primeiro-ministro não pode estar a influenciar os agentes da justiça no sentido de afirmar a sua dúvida sobre a legalidade das escutas.






1 pauladas:
João:
Como sempre o mentiroso a tentar dar a volta e a armar-se em vitima.
Quanto mais tempo teremos de aturar este fulano?
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