> O primeiro-mistro José Sócrates deve pensar que a sua nova personalidade adoptada para a campanha eleitoral [humilde, delicada e boazinha] levaria os professores ao esquecimento sobre os momentos dramáticos que passaram no último ano lectivo. A Assembleia da República, em Lisboa, foi ontem o ponto de confluência de centenas de professores — mil, segundo a polícia, e 1500 a dois mil, segundo a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino — que antes se tinham concentrado frente ao Ministério da Educação, contra a política educativa do Governo, e ao Palácio de Belém, “contra o silêncio do Presidente da República”. Leia +
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