Freeport José Sócrates
> Ao ler no 'Sol' o excelente trabalho de Felícia Cabrita sobre o desenvolvimento do caso Freeport senti-me verdadeiramente envergonhado como cidadão português. Não deveria ter sido possível sermos governados por um primeiro-ministro que continuamente está sob suspeita de corrupção com desenvolvimentos constantes sobre uma história macabra de eventuais "luvas" através de familiares.
Agora aparece um outro primo de José Sócrates que entra em esquemas de dinheiros, idas a bancos para levantar determinadas quantias para entregar a empreiteiros e emails comprometedores seguidos de fuga para o Brasil e Angola.
Pelo meio, existe um nome de código - "Pinóquio" - que deixa toda a suspeita sobre José Sócrates, visto que todo o país [desde a criança do infantário ao idoso do lar da Santa Casa] assim lhe dedica o epíteto.
Depois de ler o trabalho publicado pelo 'Sol' interroguei-me sobre várias questões, mas a principal disse respeito à falta de lógica humana e política manifestada por José Sócrates em nunca ter decidido sair deste filme e ter prefeido continuar no take que só termina no abismo...
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1 pauladas:
João
São sempre ventilados nomes de pessoas que não se encontram disponíveis para apresentar a sua defesa ou prestar outro qualquer tipo de declarações.
O apelido referido é sempre o mesmo e tem por finalidade fazer esquecer o verdadeiro responsável.
Chama-se a isto jogar com nomes para proteger o verdadeiro padrinho da organização que tem todas as característas de uma verdadeira estrutura "clandestina".
Forte abraço
J.R.
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