
> Bem pode o director do 'Público' escrever editoriais todos os dias sobre o caso das escutas na Presidência da República. Bem pode José Manuel Fernandes arranjar trezentas mil justificações sobre o que quiser para tapar o Sol com a peneira. A confusão que nos quer impingir é total. Hoje, até entra em guerra com o provedor do seu jornal, um jornalista de cinco estrelas que se eu fosse o Joaquim Vieira mandava de imediato a colaboração no jornal à fava.
A confusão que José Manuel Fernandes nos pretende impingir tem de ser desmantelada de forma simples. O que é grave no meio disto tudo [e foi por onde começou a história] não é salientado por JMF. O busílis da questão situa-se unicamente na abordagem que Fernando Lima fez a um jornalista do 'Público' para se inventar uma história a partir da Madeira e que afectasse a credibilidade do Governo. O jornalista aceitou a tramóia, deu conhecimento ao director JMF e este deu luz verde ao avanço de um acto condenável no pasquim de Alcagóitas de Cima quanto mais num jornal de referência.
O problema grave foi o comportamento do jornalista Luciano Alvarez e do seu director em aceitarem algo totalmente contra as regras da deontologia e da ética da profissão, porque os políticos estão cá para isso. Se conseguirem 'comprar' os jornalistas todos quanto melhor e para eles será sempre trigo limpo.
© jes






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