> "Desde o fim da linha gratuita, em 2008, que funcionava diariamente das 21h00 às 24h00, houve uma quebra de cerca de mil chamadas", disse Afonso Faria, responsável pela coordenação da linha, que no primeiro semestre de 2009 já atendeu 2148 chamadas, 12 por cento das quais relacionadas com ideias de suicídio ou morte. Leia +
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