Gabinete de Sócrates ameaça Ou te calas ou não levas nada
> O advogado Jorge Bleck acusa pessoas próximas do primeiro-ministro de pressionarem Alexandre Relvas, presidente da Logoplaste e presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro (IFSC), na véspera da apresentação deste projecto, aconselhando contenção na sua intervenção como responsável máximo do centro de reflexão do PSD, lê-se hoje no 'Jornal de Negócios'. Alexandre Relvas não esteve disponível para falar com o 'Negócios'. O gabinete de José Sócrates desmente tais pressões.
"Houve da parte do gabinete do primeiro-ministro abordagens junto de pessoas próximas do dr. Alexandre Relvas para que medisse com cuidado aquilo que iria dizer como presidente do Instituto", denunciou ao 'Negócios' Jorge Bleck, também membro da administração do IFSC.
De acordo com este sócio da "Linklaters", sociedade de advogados com sede em Londres, "essas pessoas próximas do primeiro-ministro disseram-lhe que convinha ser moderado" e lembraram a ligação da Logoplaste à REN (Redes Energéticas Nacionais). A empresa liderada por Filipe de Botton tem 9% da REN, a empresa que gere as infra-estruturas de distribuição de energia em Portugal.
Confrontado com estas acusações, fonte oficial do gabinete de Sócrates respondeu que se trata de "ficção política que não faz o mínimo sentido". A menos de um mês das eleições, o gabinete do primeiro-ministro sublinha que se está a querer "atirar areia para os olhos das pessoas", criticando ainda o PSD por "não querer discutir os problemas do país".
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2 pauladas:
João:
Começa a vir ao de cima a realidade o que é este regime socrático da ameaça e do compadrio onde quem for contra é escorraçado.
Eu continuo a afirmar que não existe nenhuma diferença entre o actual regime e o antigo regime do estado novo, quem não acredita é vermos os bufos, as visitas policiais aos sindicatos, as escolhas por amizade para empregos no aparelho estado, o controlo da comunicação social, as negociatas escuras, enfim.
Para além de em 27 de Setembro irmos escolher um novo governo devemos nesse dia meter a mão na conciência e perguntarmos a nós próprios se não temos sido demasiado condescendentes como povo para aturar estes srs durante 4 anos.
A escolha é simples ou continuamos com este regime socrático da chico espertice e dos esquemas ou escolhemos a verdade e a competência.
João
Este facto constitui mais uma inequívoca evidência dos métodos tipicamente mafiosos que de há muito tempo a esta parte sempre foram, e continuam a ser, apanágio dos (des)governos socialíricos, nacionais e/ou autárquicos.
Nem no tempo da "outra senhora" se atreveram a tanto!!!
As pessoas é que são muito esquecidas, continuam a embarcar sempre nas mesmas histórias e balelas que os políticos lhes contam e a acreditar que estes defendem outros interesses que não sejam os próprio e os do "bando" a que pertencem.
Um forte abraço
J.R.
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