> Um pouco por todo o país tem havido divergências graves na formação das listas para as eleições autárquicas no seio do PSD, apurou o JORNAL DO PAU junto de fonte credível do partido "laranja". Em Lisboa é o caso mais grave, com acentuada disparidade nos nomes propostos em confronto com os desejados pela maioria dos militantes. Em algumas secções lisboetas do PSD já se registaram demissões e muitos militantes ameaçaram abandonar o partido, caso se mantenham certos candidatos que estiveram à frente de algumas Juntas de Freguesia. Até agora ainda não há total entendimento para a formação das listas que têm de ser entregues até à próxima terça-feira.
Será que as divergências têm a ver com a má conduta de certos membros de executivos de Juntas de Freguesia? Com o seu comportamento pouco sério e prepotente? Com casos de corrupção, despotismo e compadrio que se têm verificado? Com casos em que se chegou a afastar de um executivo de Junta um militante fundador do partido pela simples razão de esse militante ter rejeitado participar em "cambalachos"? Com o afastamento prepotente de militantes membros da Assembleia de Freguesia pelo simples facto de ser familiar de alguém em litígio com o executivo da Junta de Freguesia? Será que a maioria dos militantes do PSD pretende uma renovação efectiva nos quadros dirigentes autárquicios e os "velhos do Restelo" tudo fazem para manter os "tachos" onde têm usufruido das maiores mordomias?
Todo um conjunto de casos graves relacionados com a gestão das Juntas de Freguesia que pode levar muitos munícipes afectos ao PSD a não votar neste partido em Outubro.
Comentário oportuno de Carlos Dias Ferreira:
Ser Autarca neste país deveria ser uma honra para todos e nas Juntas de Freguesia ainda mais.
São estas Instituições que estão mais perto dos cidadãos, que deveriam denunciar os casos gritantes de pobreza encapotada que vão grassando um pouco por todo o lado, zelar pelos interesses dos fregueses no seu conjunto, promover a inserção social dos mais desfavorecidos, acompanhar e dar seguimento aos cada vez mais pedidos de apoio de cariz social que existem, dinamizar e apoiar os grupos de pessoas que apresentam sugestões ao nível da difusão da cultura, no fundo servir a população que os elege.
Que vemos nós em alguns casos, uns conhecidos e denunciados e outros que não conhecem a luz do dia: Apenas e só a promoção pessoal de poder ser tratado pelo "Sr. Presidente", (ter algum poder ainda conta em Portugal mesmo que pequeno).
Ser Presidente de Junta ou fazer parte de um executivo Autárquico não é a mesma coisa que ser dono da dita, e infelizmente há muitos casos e exemplos espalhados por este país fora.
Ser autarca é antes de tudo estar disposto a servir os outros e não a servir-se dessa posição.
Ser autarca é ter capacidade de denunciar o que está mal na comunidade perante os orgãos competentes.
Ser autarca por vezes é saber ser médico e enfermeiro de alguns males de que a comunidade padece.
Ser autarca é saber ouvir e respeitar as opiniões contrárias ás nossas.
Ser autarca é respeitar a lei e não interpretá-la como mais convém.
Ser autarca é respeitar a vontade da maioria e não ignora-la.
Tive muita honra em ser autarca e agradeço ao meu partido essa oportunidade que me foi facultada, mas como estou na politica sem interesses, não preciso dela para viver, condeno que se apresentem listas candidatas a autarquias com elementos que em vez de aproximarem os cidadãos os afastam definitivamente da sua autarqia.
É fácil denegrir a imagem das pessoas, perante terceiros o mais dificil é provar com factos e provas as acusações que são feitas e isso eu não tolero.
Pertenci ao executivo da Junta de Freguesia de Alvalade em Lisboa e tive muita honra nisso, garanto é que se o actual executivo se recandidatar NÃO terá o meu voto.
Acima de tudo a Verdade e a transparência.
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1 pauladas:
João:
Ser Autarca neste país deveria ser uma honra para todos e nas Juntas de Freguesia ainda mais.
São estas Instituições que estão mais perto dos cidadãos, que deveriam denunciar os casos gritantes de pobreza encapotada que vão grassando um pouco por todo o lado, zelar pelos interesses dos fregueses no seu conjunto, promover a inserção social dos mais desfavorecidos, acompanhar e dar seguimento aos cada vez mais pedidos de apoio de cariz social que existem, dinamizar e apoiar os grupos de pessoas que apresentam sugestões ao nível da difusão da cultura, no fundo servir a população que os elege.
Que vemos nós em alguns casos, uns conhecidos e denunciados e outros que não conhecem a luz do dia: Apenas e só a promoção pessoal de poder ser tratado pelo "Sr. Presidente", (ter algum poder ainda conta em Portugal mesmo que pequeno).
Ser Presidente de Junta ou fazer parte de um executivo Autárquico não é a mesma coisa que ser dono da dita, e infelizmente há muitos casos e exemplos espalhados por este país fora.
Ser autarca é antes de tudo estar disposto a servir os outros e não a servir-se dessa posição.
Ser autarca é ter capacidade de denunciar o que está mal na comunidade perante os orgãos competentes.
Ser autarca por vezes é saber ser médico e enfermeiro de alguns males de que a comunidade padece.
Ser autarca é saber ouvir e respeitar as opiniões contrárias ás nossas.
Ser autarca é respeitar a lei e não interpretá-la como mais convém.
Ser autarca é respeitar a vontade da maioria e não ignora-la.
Tive muita honra em ser autarca e agradeço ao meu partido essa oportunidade que me foi facultada, mas como estou na politica sem interesses, não preciso dela para viver, condeno que se apresentem listas candidatas a autarquias com elementos que em vez de aproximarem os cidadãos os afastam definitivamente da sua autarqia.
É fácil denegrir a imagem das pessoas, perante terceiros o mais dificil é provar com factos e provas as acusações que são feitas e isso eu não tolero.
Pertenci ao executivo da Junta de Freguesia de Alvalade em Lisboa e tive muita honra nisso, garanto é que se o actual executivo se recandidatar NÃO terá o meu voto.
Acima de tudo a Verdade e a transparência.
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