
liliana fernandes
Os dedos enrijecem-se por tentar
Contrariar a vontade da caneta.
Ela insiste, cola-se ao papel
E da tinta que jorra, só sai o teu nome.
Ficou analfabeta, servil apenas à vontade
Involuntária de te querer. É-te subserviente.
Devia impor-te uma providência cautelar,
Que te obrigava a abdicar da omnipresença.
Porque és sempre o centro das atenções? Porque estás em todo o lado?
Para onde quer que olhe, para onde quer que vá…
Tu (per)segues-me!






1 pauladas:
Olá Liliana,
"Eu (per)sigo" os teus poemas...Um excelente e lindo poema como sempre.Parabéns.É uma das coisas que me deixa sempre com um sorriso no meu rosto.
"gosto"
Enviar um comentário