FLÁCIDOS INTELECTUAIS EFEMINADOS
Onde têm estado estes intelectuais para além de emprestarem o nome a estes manifestos de última hora? A polir as unhas?! Onde os temos visto com uma marcação cerrada aos excessos, aos erros e abusos dos partidos do Poder, especialmente de este PS, engolido e excretado pelo sr. Sócrates?! Por que motivo seguiu este actor sem ser molestado e contestado pelos "intelectuais"?! Não foi ele esse grande ablator paquidérmico da pluralidade e do bom senso nas decisões, congenitamente incapaz de uma linha de rumo para Portugal fora do encosto às grandes empresas, aos grandes interesses e aos enormes e vergonhosos encobrimentos justiciários?! Não é verdade que este senhor centrou e fez assentar na sua própria grisalhice a iluminância preversa das decisões unilaterais contra tudo e contra todos?! Que fazer com a fulanização grotesca e totalitária que fabrica "estrelas" de plástico em vez de líderes bem formados, rectamente orientados, com um sentido de cidadania que se não confunda com a vigente imoralidade desrespeitosa e opressora das pessoas?! As eleições deverão espelhar escolhas de políticos que nos respeitem, que não sejam corruptos, que não aspirem ao estrelato, à elegância, que não sejam um monturo de esterco moral e mau carácter, que não se caracterizem por insensibilidade humana, por frieza estúpida e teimosia irracional. Esses intelectuais efeminados por lentos e tardios valem dez tostões se não damos por eles enquanto a incompetência mais crassa e egoísta delapida Portual. É preciso ser intelectual em tempo real, como centenas de bloggers: «Os 25 redactores do documento provêem de diversas áreas (economia, universidade e cultura) e assumem-se como independentes. São eles: Ana Luísa Amaral, Ana Maria Pereirinha, António Pinto Ribeiro, Clara Macedo Cabral, Isabel Allegro de Magalhães, Isabel Hub Faria, Jean Barrocas, Joana Rigatto, João Ferreira do Amaral, João Sedas Nunes, Laura Ferreira dos Santos, Luís Filipe Rocha, Luís Moita, Luís Mourão, Margarida Gil, Maria do Céu Tostão, Maria Eduarda Gonçalves, Maria Helena Mira Mateus, Maria Manuela Silva, Mário Murteira, Mário Ruivo, Miguel Caetano, Philipp Barnstorf, Teresa Pizarro Beleza e Soromenho Marques.»
In Palavrossavrvs Rex
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2 comentários:
Que se questionem os partidos políticos, os seus dirigentes, as suas opções para o país, e se promova a elevação do debate eleitoral... tudo bem! Que se alinhave agora um palavreado recheado de generalidades sobre tudo e coisa nenhuma e se pretenda, sob o escudo de uma suposta sapiência de "intelectual", marcar a diferença de quantos têm assistido, impávidos e cúmplices, a tanto desmando que por aí tem grassado... isso já não se aguenta, já não há pachorra. Onde têm estado esses senhores nos últimos anos? E que fazem na vida?!
Já José Mattoso lembrava na sua identidade nacional que: os poderes políticos, sociais e económicos tem estado sempre nas mãos de uma minoria social intimamente dependente do estado e proporcionalmente mais reduzida que na maioria dos restantes países europeus. Assim a impossibilidade de assumir responsabilidades sociais e incapacidade de participar nas decisões. Se o sucesso está garantido para alguns, a improvisação, a habilidade, a pequena fraude, a economia paralela, a fuga aos impostos, a cunha, o clientelismo faz parte do dia a dia dos restantes...Ou a paixão, a intriga, ou o jogo ...
Feche-se Portugal às elites do poder simbióticas e redutoras, abra-se o país à democracia intensiva directa e teremos um novo Portugal!
De outro modo essas elites culturais, em défice de realidade, afastadas do povo, paternalistas, olhando o outro como rude, atrasado e ígnaro, que tentam a tudo custo manter os privilégios minoritários, contradizendo a chegada à cultura e à literacia de vagas imensas, tornarão Portugal num país irremediavelmente decadente e em constante conflito consigo próprio.
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