domingo, junho 21, 2009

FANFARRONADAS

Petróleo Hugo Chavez

> O todo-poderoso e fanfarrão Presidente da Venezuela enquanto o crude tinha o preço em alta era amigo deste e daquele, cantava de alto e se fosse preciso até invadia os EUA. Agora, que a vidinha está difícil para Hugo Chavez, parece um mendigo de mão estendida pelas sibérias. Até já pede ajuda ao seu homólogo russo para aderir a uma investida criminosa de colocarem o preço do barril a 100 dólares...

Comentário Carmindo Mascarenhas Bordalo
E um dos seus grandes e públicos amigos era ... Sócrates!
O bom-senso do ainda Primeiro-Ministro em matéria de política externa está à vista. Privilegiar os contactos com o excelso Chavez revela a visão de longo prazo que se vê...
Nada de novo quanto à errática política de negócios estrangeiros deste governo, conduzida primeiro por Freitas do Amaral (que comparava W. Bush a Hitler) e depois, numa reviravolta de 180º, pelo atlantista Luís Amado.
Assim são tratados os interesses da nossa nação: como quem muda de camisa e com base em fogachos mediáticos, comparáveis apenas aos acordos com Chavez feitos pelo ex-Mayor de Londres, o folclórico trotskista Livingston que, pelo menos, sempre recebeu algum petróleo venezuelano barato.
Pobre Portugal, com um Primeiro-Ministro que só consegue atingir o nível de um extremista autarca inglês.

1 comentário:

Carmindo Mascarenhas Bordalo disse...

E um dos seus grandes e públicos amigos era ... Sócrates!
O bom-senso do ainda Primeiro-Ministro em matéria de política externa está à vista. Privilegiar os contactos com o excelso Chavez revela a visão de longo prazo que se vê...
Nada de novo quanto à errática política de negócios estrangeiros deste governo, conduzida primeiro por Freitas do Amaral (que comparava W. Bush a Hitler) e depois, numa reviravolta de 180º, pelo atlantista Luís Amado.
Assim são tratados os interesses da nossa nação: como quem muda de camisa e com base em fogachos mediáticos, comparáveis apenas aos acordos com Chavez feitos pelo ex-Mayor de Londres, o folclórico trotskista Livingston que, pelo menos, sempre recebeu algum petróleo venezuelano barato.
Pobre Portugal, com um Primeiro-Ministro que só consegue atingir o nível de um extremista autarca inglês.