Fernanda Câncio, jornalista, defendeu o namorado José Sócrates ofendendo jornalistas. Ontem, na TVI 24 disse que não tem havido investigação jornalística no caso Freeport e questionou as notícias que referem as pressões do presidente da Eurojust, Lopes da Mota. "Gostava de saber como é que um magistrado pressiona os colegas", interrogou-se Fernanda Câncio.
Eu sei como. Pressionando. Mais ou menos assim: - "É pá, vê lá essa porcaria da investigação do Freeport, isso não interessa nada, vocês estão sozinhos nessa merda e ainda se lixam... Olhem, fiquem sabendo que o ministro já me disse que se o primeiro-ministro perder a maioria absoluta vamos todos ficar sem os tachos e vocês são os primeiros a cair... Até porque se virem bem a lei esta porcaria do Freeport já prescreveu... Vocês é que sabem mas se não arquivam essa porcaria nunca mais os escribas se calam e nunca mais vai haver paz no país!"
Percebeu como se pressiona, dona Câncio?
Não? E então, assim: "Ouve lá, tu estás ciente da importância daquilo que os procuradores que investigam o Freeport? Seria mais importante que eu não perdesse a maioria absoluta para tu não perderes o tacho de ministro. Vê se arranjas alguém que fale com aqueles gajos para arquivar aquela porcaria, antes que te lixes!"
Comentário oportuno de David:
Sobre essa triste figura de Fernanda Câncio, já aqui bem exposta pelo meu Amigo João, transcrevo um notável post em que o José da PORTA DA LOJA:
Fazer de conta
NA TVI24, decorre agora mesmo um programa semanal, orientado por Constança Cunha e Sá e no qual participam Francisco José Viegas, João Pereira Coutinho e ainda...Fernanda Câncio.
O assunto dia é o Freeport e as pressões noticiadas. A discussão assume laivos de surrealismo, de acordo com o que se sabe publicamente pelos media. Fernanda Câncio, apresentada por diversas vezes como companheira de José S., que o alberga em casa e com ele priva, está ali a falar do mesmo como se fosse outro. Um desdobramento estranho e um estranhíssimo faz-de-conta.
Como se José S. fosse um político que ela vagamente conhece e o que diz sobre as pressões que lhe atribuem no caso concreto, releva apenas de notícias de jornal. Fala de José S. como "o primeiro-ministro" e coisas assim.
Esta vergonha e este despudor não tem limites? Não é possível perguntar directamente à senhora que aparentemente priva da intimidade de José S. como é que este actua em concreto? Como é que este se comporta relativamente a estas pressões? Como é que este anda por aí a ameaçar e a processar jornalistas e pessoas avulsas que lhe desfazem a imagem?
Este programa faz parte do faz-de-conta que é para que se pense que é assim?
Fernanda Câncio acaba por dizer ao vivo e a cores que " a maior parte das coisas que aparecem nos jornais são plantadas"...descrevendo assim um panorama jornalístico de notável isenção e profissionalismo.
Plantadas? Pois, pois. Quem tem maior poder de plantação? José S.. terá algum poder de plantação? Onde? No Diário de Notícias ou no Sol?
Esta senhora dona Câncio merece ser inventada para existir mediaticamente.
domingo, abril 05, 2009
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3 comentários:
Sobre essa triste figura de Fernanda Câncio, já aqui bem exposta pelo meu Amigo João, transcrevo um notável post em que o José da PORTA DA LOJA:
Fazer de conta
NA TVI24, decorre agora mesmo um programa semanal, orientado por Constança Cunha e Sá e no qual participam Francisco José Viegas, João Pereira Coutinho e ainda...Fernanda Câncio.
O assunto dia é o Freeport e as pressões noticiadas. A discussão assume laivos de surrealismo, de acordo com o que se sabe publicamente pelos media. Fernanda Câncio, apresentada por diversas vezes como companheira de José S., que o alberga em casa e com ele priva, está ali a falar do mesmo como se fosse outro. Um desdobramento estranho e um estranhíssimo faz-de-conta.
Como se José S. fosse um político que ela vagamente conhece e o que diz sobre as pressões que lhe atribuem no caso concreto, releva apenas de notícias de jornal. Fala de José S. como "o primeiro-ministro" e coisas assim.
Esta vergonha e este despudor não tem limites? Não é possível perguntar directamente à senhora que aparentemente priva da intimidade de José S. como é que este actua em concreto? Como é que este se comporta relativamente a estas pressões? Como é que este anda por aí a ameaçar e a processar jornalistas e pessoas avulsas que lhe desfazem a imagem?
Este programa faz parte do faz-de-conta que é para que se pense que é assim?
Fernanda Câncio acaba por dizer ao vivo e a cores que " a maior parte das coisas que aparecem nos jornais são plantadas"...descrevendo assim um panorama jornalístico de notável isenção e profissionalismo.
Plantadas? Pois, pois. Quem tem maior poder de plantação? José S.. terá algum poder de plantação? Onde? No Diário de Notícias ou no Sol?
Esta senhora dona Câncio merece ser inventada para existir mediaticamente.
João,
Transcrevi a "peixeirada" para o meu.
Abraço
Jmartins
João
serão os efeitos do 'amor'? E quem é que dá tempo de antena a esta senhora? E porquê? ela traz alguma mais-valia à opinião pública? Ora...acho que ela também nos 'cância'.
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