Um chá para Rui Pereira

Terminada a visita oficial a cabo verde, e para ocupar o tempo até à hora do regresso, a comitiva de josé sócrates e os jornalistas que acompanhavam a visita juntaram-se num restaurante da cidade da praia. Na mesa do primeiro-ministro, ficou a ministra da defesa de cabo verde e todos os jornalistas portugueses. Quem parece que não se conformou com a distribuição dos lugares foi o ministro da administração interna. Ainda o café não tinha chegado à mesa, já rui pereira mandava um empregado do restaurante dizer a uma jornalista que se levantasse para ele se poder sentar junto de sócrates. Assim, sem mais. E antes que houvesse tempo para reagir, lá estava o ministro de pé, coladinho à cadeira da jornalista, para que ela se levantasse e ele se pudesse sentar. Sem um olhar, uma palavra, uma desculpa, uma razão por muito esfarrapada. Até ao fim do jantar, lá ficou sentado, colado, provavelmente com medo de ser remodelado depois dos resultados vergonhosos que apresentou no combate ao crime. Eu sei que é difícil acreditar numa falta de educação de tal calibre. Mas foi exactamente assim que se passou. Eu sei. Eu estava lá. Fui eu que tive que me levantar para o ministro se sentar.
Dina Soares, in Escola de Lavores
Comentário oportuno de David:
Este episódio deixou-me arrepiado. Já passei pelo mesmo. Com uma figura do mesmo jaez, academicamente superior, embora politicamente nula.
Revela o pior. Deus nos livre desse tipo de gente. Mas vejo que a vítima tem a consciência de tudo e sabe muito bem analisar o caso. Eu era só um menino de 23 anos acabado de atirar às feras. Embora mais tarde tenha "partido uns dentes" à fera. Espero ainda partir mais alguns.
Em todo o caso, arrepia-me ver que gente desta formação está à frente dos destinos do País. Para poderem assimilar algum do hálito do chefe, portam-se como vulgares golpistas na fila do talho, usando todos os expedientes e faltas de educação.
Assim se explica a categoria da reforma penal de 2007...
Dina Soares, in Escola de Lavores
Comentário oportuno de David:
Este episódio deixou-me arrepiado. Já passei pelo mesmo. Com uma figura do mesmo jaez, academicamente superior, embora politicamente nula.
Revela o pior. Deus nos livre desse tipo de gente. Mas vejo que a vítima tem a consciência de tudo e sabe muito bem analisar o caso. Eu era só um menino de 23 anos acabado de atirar às feras. Embora mais tarde tenha "partido uns dentes" à fera. Espero ainda partir mais alguns.
Em todo o caso, arrepia-me ver que gente desta formação está à frente dos destinos do País. Para poderem assimilar algum do hálito do chefe, portam-se como vulgares golpistas na fila do talho, usando todos os expedientes e faltas de educação.
Assim se explica a categoria da reforma penal de 2007...






4 pauladas:
Elucidativo, João...
Este episódio deixou-me arrepiado. Já passei pelo mesmo. Com uma figura do mesmo jaez, academicamente superior, embora politicamente nula.
Revela o pior. Deus nos livre desse tipo de gente. Mas vejo que a vítima tem a consciência de tudo e sabe muito bem analisar o caso. Eu era só um menino de 23 anos acabado atirar às feras. Embora mais tarde tenha "partido uns dentes" à fera. Espero ainda partir mais alguns.
Em todo o caso, arrepia-me ver que gente desta formação está à frente dos destinos do País. Para poderem assimilar algum do hálito do chefe, portam-se como vulgares golpistas na fila do talho, usando todos os expedientes e faltas de educação.
Assim se explica a categoria da reforma penal de 2007...
Sr. João,
A Srª Dina, esquece-se de mencionar o "pequeno pormenor" de que se teria levantado para ir fumar um cigarro.
O que apesar de não alterar a atitude incorrecta do sr. ministro, que deveria ter a boa educação de perguntar se o lugar estaria ocupado, muda bastante o teor do Post em questão...
Não, não, Gelamonite. A Dina foi fumar um cigarro depois de ter recebido a indicação através de um empregado que o ministro pretendia o lugar.
Enviar um comentário