Quarta-feira, Fevereiro 04, 2009

Junta de Freguesia de Alvalade pior que Salazar


O executivo Carlos Dias Ferreira, em pé à esquerda

aqui deixámos saber aos leitores o comportamento ignóbil praticado por certos membros da Junta de Freguesia de Alvalade, especialmente, do seu presidente Armando Estácio. Agora, o absurdo aconteceu. O membro do executivo da Junta, Carlos Dias Ferreira, eleito pelo povo tal como os seus pares, viu-se prepotente e ilegalmente afastado dos seus pelouros, pelo facto de ter contrariado processos de intenção menos claros dos seus pares, nomeadamente, a adjudicação da edição de um livro sobre a comemoração dos 50 anos da Freguesia ao ex-presidente de Secção do PSD/Lisboa, António Proa, sendo o executivo igualmente do PSD.
Entretanto, no âmbito da comemoração da efeméride referente à existência da Freguesia de Alvalade, a Junta anunciou que todos os moradores que desejassem assistir ao espectáculo em cena no Teatro Maria Matos poderiam deslocar-se à sede e requerer os bilhetes respectivos. O executivo Carlos Dias Ferreira e a sua esposa, a qual é membro efectivo da Assembleia de Freguesia, ao pretenderem levantar os respectivos ingressos para o espectáculo, depararam-se com o presidente da Junta negando-lhes a pretensão e tomando a desfaçatez de lhes retorquir que "vocês não têm direito aos bilhetes porque se têm portado mal", virando-lhes as costas de seguida.
O facto seria para rir, rir muito, se não fosse sério e grave. Um presidente de Junta que se comporta desta forma naturalmente que irá ter a resposta através dos canais judiciais, decisão já tomada pelo executivo Carlos Dias Ferreira.

Nota 1 - Aguarda-se que no próximo dia 7 do corrente, data da efeméride dos 50 anos da Freguesia, seja entregue ao público residente de Alvalade o livro da autoria de António Proa, um dos actos mais indignos praticados pelo executivo da Junta de Freguesia de Alvalade.

Nota 2 - Já me disponibilizei junto de Carlos Dias Ferreira para ser requisitado pelo Ministério Público como testemunha de todo um longo processo que levou à atitude prepotente do presidente da Junta e dos restantes pares do executivo apoiado pelo Partido Social Democrata (PSD)

Nota 3 - Todo este processo já foi dado a conhecer à presidente do PSD, dra. Manuela Ferreira Leite.

17 pauladas:

Anónimo disse...

Porrada nesses gajos.

m.r.s. disse...

Espero que a senhora doutora Manuela Ferreira Leite tome a decisão digna de não permitir que esses fulanos se candidatem novamente a eleições. Estamos numa democracia onde não há lugar a fascistas desse calibre.

Anónimo disse...

A crise que vivemos não é só financeira...É fundamentalmente de valores. E isso já não vai lá com paninhos quentes e com queixas a líderes políticos... A questão é também da democracia e do PSD que quando possui o poder julga que esse mesmo poder é absoluto...Se calhar, o melhor mesmo, é fazer uma espera aos gajos e chegar-lhes...nem que para isso tenham de contratar uns ciganos que habitam lá pelos lados do Bairro de Alvalade...

Anónimo disse...

Essa Junta devia pintar a cara de preto pela porcaria de comemorações que fazem dos 50 anos

Anónimo disse...

A história do livro não é como você pensa. É muito pior. O livro não é 1, são vários para várias freguesias todas do PSD-
Gostava muito que a Junta nos explicasse como é que foi o acordo dos bilhetes para o Cabaret. Há quem mame...

Macaio disse...

Ao menos em Macau já está à venda o livro do Segundo Terço da Governação....

José Figueiredo disse...

Caro senhor, julgo que não o conheço embora viva nesta freguesia há mais de 30 anos. Parece-me lamentável insistir numa história que não corresponde à verdade.
Depois do seu alerta questionei o presidente da junta sobre o assunto.
A versão que conta está incorrecta. A história do livro é outra bem diferente. Na verdade o que o senhor propôs foi uma revista e não um livro. E, se me permite com a experiência que levo, as condições que propôs eram um roubo do dinheiro público. E repare, não coloco em causa a sua qualidade. E depois envolvia directa e indirectamente interesses de pessoas do junta, sobre os quais prefiro não me pronunciar. Mas que deixariam a junta e alguns dos seus membros numa posição dificil.
Por outtro lado, o problema com o membro do executivo também não é como conta. Até porque ele tinha obrigação de ter alguma contenção pois era directamente interessado no processo.
Como habitante de Alvalade peço-lhe que termine com esse ataque que, se conhecida toda a história o deixará mal a si e ao membro do executivo que pretende defender.

joão severino disse...

Ao José Figueiredo (nome não identificado possivelmente um membro da Junta)

Pois fique sabendo que não me amedronta.

A história está mal contada porque eu ainda não escrevi tudo. Fá-lo-ei para o Tribunal onde o senhor Carlos Dias Ferreira accionou um processo contra os seus pares.
Não está aqui em causa o preço do projecto de revista que a Junta me encomendou. E fique sabendo que o preço era bastante baixo se comparado com outros projectos semelhantes de qualidade.
O que está em causa é que foi retirado o projecto da revista que eu iria editar, aprovado em reunião do executivo de Junta e que terá de estar exarado em acta, para se financiar um livro com a mesma intenção entregue a um presidente de Secção do mesmo partido político ao qual pertence o executivo da Junta.

O presidente da Junta deveria ter vergonha em pronunciar-se, se o fez, nos termos em que o senhor vem aqui publicitar. É vergonhoso o que diz sobre o membro do executivo da Junta que teve a coragem e a frontalidade de desmascarar os processos pouco claros do presidente da Junta e de alguns pares.
Não é você, nem foi ninguém da sua jaez e pobreza de espírito, que me há-de calar quando tenho toda a razão pelo meu lado num caso muito triste que poderá prejudicar grandemente o PSD na sua plenitude de actividade política. O seu tipo de chantagem assemelha-se muito com os tempos idos do Salazarismo, um pouco à semelhança do procedimento manifestado pela Junta de Alvalade.

E por fim, dar-lhe uma satisfação que o senhor nem merece, para o caso de não ser um membro do executivo como desconfio que seja.
A revista não iria ter custos para a Junta porque a contrapartida em publicidade pagaria esses mesmos custos. Nas estimativas a que o presidente da Junta teve acesso ainda existia uma grande possibilidade de a Junta lucrar com o projecto. Enquanto que, por outro lado, o livro que António Prôa se propôs editar vai custar à Junta cerca de 20 mil euros para uns míseros 4 mil exemplares, isto sim, um roubo do nosso dinheiro.

E não me obrigue a abrir o meu livro, porque isto é só a PRIMEIRA PÁGINA...

Alberto Antunes Pereira, BI nº 37784501 disse...

Caro João

Como você é bom de mais. Nem devia ter publicado o comentáro desse anónimo jose figueiredo porque vê-se logo o calibre do macaco e as suas intenções. Apenas lhe dou os parabéns pela bofetada que lhe deu de luva branca e a ajuda que nos deu ao esclarecer, mais uma vez, a bandidagem que reina por aí.
Uma revista dava lucro à Junta, foi retirada porque voc~e não é do PSD. Um livro caríssimo, cópioa dos temas da sua revista, é dado a um membro do PSD. Esclarecedor...

Anónimo disse...

Caro José Figueiredo:
Como fui visado no comentário que aqui publicou apenas lhe direi que em local próprio a "história" será conhecida e após isso se verá quem está a falar verdade. Gostaria no entanto que provasse aqui que eu como membro do executivo da Junta era pessoa interessada na publicação da revista porque de meias palavras e de insinuações anda este país cheio, agora assumirem-se e provarem com factos concretos o que se escreve e afirma a distância é como daqui á lua mas muito sinceramente se tem algo a dizer diga mas volto a dizer prove o que afirma. Todos temos telhados de vidro não tenho dúvidas, mas há uma coisa que aqui lhe deixo como desafio apareça em público e mostre-me as provas que possui, diga o local a data e a hora para o encontro que lá estarei. Aceita o repto?
Carlos Dias Ferreira

Anónimo disse...

Ui, o que eu vejo por aqui. Que grande gato escondido com o rabo de fora. Esse José Figueiredo deve ser o menino Miguel da Junta, um tachista do PSD que tem um passado triste na Câmara e que agora na Sociedade Ramiro José ainda se há-de ouvir falar muito das suas diatribes. Vem para aqui tentar ameaçar quando o menino é o gajo com mais telhados de vidro. Vem defender a sua dama Estácio depois de só terem feito porcaria. Porque é que não falas do site da Junta que é feito pelo teu amiguinho? Quanto é que a Junta paga ao teu amiguinho para fazer o site? Vens defender uma dama que não interessa a ninguém que até dentro da Junta ninguém o grama porque sempre foi um prepotente, perguntem às funcionárias e ao contabilista. O rabo de fora deixa à vista que só um tipo lá de dentro da Junta é que poderia atacar o homem que lhes fez frente, o senhor Carlos Ferreira. O gato escondido está de tal modo desmascarado que alguma vez haveria logo de haver um morador da Freguesia que iria confrontar o que se passou com o cambalacho do Prôa? Por amor de Deus... corta o rabinho e enfia-o no...

João Carvalho disse...

José Figueiredo é um postal. Diz que conheceu aqui a tua história, João, e que depois foi ouvir a história do presidente da junta. E ficou esclarecido: uma é falsa e outra é verdadeira; foi só escolher. Por sorteio, certamente.

Mas José Figueiredo é realmente um cromo. Ameaçador a coberto do anonimato, deve pensar (?) que te assusta. Como se eu não te conhecesse (e não estivesse eu envolvido nessa história miserável por via de uma colaboração).

Uma coisa e outra (o postal julgador e o cromo ameaçador) fazem desse José Figueiredo uma figura típica do passado. Mais concretamente, do tempo em que os animais falavam...

joão severino disse...

Obrigado João Carvalho pela solidariedade.

Para todos os josés figueiredos:
Fiquem a saber que João Carvalho é um amigo de longa data, um jornalista de estalo, escritor de excelência e historiador de alta reputação. Foi uma das pessoas convidadas para colaborar na revista que a Junta de Frguesis de Alvalade me encomendou. Recebeu a minha promessa de pagamento pelo seu trabalho. Trabalhou, pesquisou, escreveu e estou em dívida para com ele e outros colaboradores, porque a Junta de Freguesia de Alvalade nem se digna pagar-me os dias de trabalho que ocupei com o projecto. A vergonha para a o presidente da Junta é de tal forma que me solicitou a redacção de uma missiva dirigida aos potenciais anunciates, que ele viria simplesmente a assinar, entregou-me papel e sobrescritos timbrados com o brazão da Junta para serem enviados aos anunciantes (papel de carta e envelopes que ainda estão em meu poder para prova futura) e nem esse meu trabalho de uma semana se dignou pagar-me.

Como escreveu Carlos Dias Ferreira, repito: apareça josé figueiredo, tenha a coragem de enfrentar pessoalmente as pessoas a quem ofende.

fatima disse...

Amanhã devia ser o dia em que o senhor Prôa e os seus muchachos nos deviam mostrar o tal livro dos 20 mil euros.

Anónimo disse...

Qual o interesse do Carlos Ferreira nisto? Era bom perceber... Ficava a perceber-se muito mais...

Anónimo disse...

Depois de ler toda a história e o desenvolvimento aqui nos comentários, é fácil entender de quem é a razão.
Não tenho por hábito comentar nos blogs que acompanho, como é o caso deste excelente espaço, mas esta questão mexeu comigo, pois levanta outra questão ainda mais grave e que vale a pena, a todos nós, eleitores e contribuintes analisar: esta vigarice- e das grandes, pois o dinheiro pago pelo número de exemplares impressos é uma aldrabice das grandes, uma vigarice, sei do que falo por experiencia profissional-, multiplicada por dezenas, centenas de casos como este, espalhados por autarquias de todo o país, imagine-se o dinheiro gasto em situações como esta, o nosso dinheiro, o dinheiro de quem elege este bando de gente sem fibra moral e ética, que se dá ao luxo de se auto-intitular, autarcas e políticos, e que usa o nosso dinheiro em edições de livros que n João, vá em frente, não desista e dê uma lição a esta gente, em nome de todos nós eleitores!

Miguel Louro disse...

Depois de ler toda a história e o desenvolvimento aqui nos comentários, é fácil entender de quem é a razão.
Não tenho por hábito comentar nos blogs que acompanho, como é o caso deste excelente espaço, mas esta questão mexeu comigo, pois levanta outra questão ainda mais grave e que vale a pena, a todos nós, eleitores e contribuintes analisar: esta vigarice- e das grandes, pois o dinheiro pago pelo número de exemplares impressos é uma aldrabice das grandes, uma vigarice, sei do que falo por experiencia profissional-, multiplicada por dezenas, centenas de casos como este, espalhados por autarquias de todo o país, imagine-se o dinheiro gasto em situações como esta, o nosso dinheiro, o dinheiro de quem elege este bando de gente sem fibra moral e ética, que se dá ao luxo de se auto-intitular, autarcas e políticos, e que usa o nosso dinheiro em edições de livros que ninguém vai ler, apenas por vaidade, compadrio e caciquismo! João, vá em frente, não desista e dê uma lição a esta gente, em nome de todos nós eleitores!