O caso Freeport acabou. Não vale a pena discutir mais o assunto. Freitas do Amaral deu o mote e talvez por isso já lhe arranjaram um "tacho" em Bruxelas como número 1 das listas do PS. Amaral diz que não existiu "ilícito" no licenciamento e que nesse caso tudo já prescreveu no que respeita a crimes de corrupção e outras ilegalidades.
É a vergonha total e o povo continua sereno.
Uma pequena diferença pode ser decisiva para o futuro do processo: se se considerar como "lícita" a viabilização do 'outlet', mesmo com eventuais subornos ou influências, os crimes de corrupção e tráfico de influências já prescreveram. Aqui
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