Na Alfândega do Porto, José Sócrates reafirmou o que ontem tinha divulgado em comunicado. Politicamente assistimos mais uma vez ao 'animal feroz' ao ataque. Judicialmente, a sua intervenção foi cautelosa. Sócrates não matou o assunto. A crise passa para segundo plano e o primeiro-ministro continuará na crista da onda política.
Uma coisa é certa: Sócrates mostrou-se disposto a ir para a 'guerra' contra todos os que tentarem denegrir a sua honra e honestidade, porque na verdade, até agora ainda nada foi provado que incrimine o primeiro-ministro em qualquer acto ilícito.
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8 pauladas:
Ainda nada foi provado e parece-me que o não será. Oh!, desgraçado país! Como cantava o outro: Ai!, Portugal Portugal, de que é que estás à espera!? Já não há paciência para tanta trafulhice! Ah!, mas claro o homem é honesto e está inocente...
Aguarda-se que tudo seja esclarecido...
O grande problema é que estamos em Portugal.
Sócrates não pode ter razões de queixa de alguém o denegrir em Portugal.
Toda a investigação veio de fora, por isso daqui ninguém lhe quis tocar.
Até serem insuportáveis as meias palavras, nem o nome dele diziam: era só "um antigo Ministro de Guterres".
O M.P., até às últimas, negou que houvesse informação sobre qualquer "antigo Ministro de Guterres".
Quem diz que ele recebeu luvas foi um empresário estrangeiro - daqui só o Tio dele o enterrou.
Se ele está disposto a lutar pela sua "integridade", deve mudar-se para o Reino Unido - ou então aviar umas chapadas no Tio...
Caro David
E o que dizer do desgraçado inspector da PJ, Elias Torrão, que denunciou o caso e levou 18 meses de prisão...
Essa é que é essa!
Goestei especialmente da parte em que Sócrates chama ao primo «filho do tio». Como chamaria ele, se fosse um irmão?...
Os polícias que estão a tratar do caso que se tratem!
O Zé vai levar em frente as vinganças!
que se apure a verdade até as ultimas consequencias, mas que é estranho isto só aparecer em altura de eleições é.
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