Terça-feira, Janeiro 13, 2009

Novo partido

Movimento Pró-Vida pode transformar-se no maior partido político.

Comentário oportuno de David:

Conheço o Prof. Botelho Ribeiro, que é o principal rosto do movimento, e posso dizer que a sua dedicação à causa pública e desinteresse material são totais.
É alguém profundamente cristão e que pretende que se acabe com a possibilidade de, sem mais explicação que não a vontade de um ser humano, se matar outro ser humano.
Acho que a sua actuação é meritória e pode dar visibilidade a questões que a nova lei veio suscitar: o aborto a pedido até às 10 semanas está a ser utilizado por muitos como autêntico anticonceptivo (a notícia informa que 20% de quem recorreu ao aborto legal no Sta. Maria já o fez mais de uma vez).
É um sintoma de que esta lei premeia a irresponsabilidade e canaliza fundos públicos para essa mesma irresponsabilidade. Será que os recursos dos nossos hospitais são infinitamente elásticos? Será que a prioridade que se tem de dar ao aborto (porque tem de ser feito em 10 semanas...) é merecida face a cirurgias, enfartes, crises renais, etc.?
Será que matar é a resposta?
Creio que o movimento Pró-vida só pode estar de parabéns.

1 pauladas:

david disse...

Conheço o Prof. Botelho Ribeiro, que é o principal rosto do movimento, e posso dizer que a sua dedicação à causa pública e desinteresse material são totais.
É alguém profundamente cristão e que pretende que se acabe com a possibilidade de, sem mais explicação que não a vontade de um ser humano, se matar outro ser humano.
Acho que a sua actuação é meritória e pode dar visibilidade a questões que a nova lei veio suscitar: o aborto a pedido até às 10 semanas está a ser utilizado por muitos como autêntico anticonceptivo (a notícia informa que 20% de quem recorreu ao aborto legal no Sta. Maria já o fez mais de uma vez).
É um sintoma de que esta lei premeia a irresponsabilidade e canaliza fundos públicos para essa mesma irresponsabilidade. Será que os recursos dos nossos hospitais são infinitamente elásticos? Será que a prioridade que se tem de dar ao aborto (porque tem de ser feito em 10 semanas...) é merecida face a cirurgias, enfartes, crises renais, etc.?
Será que matar é a resposta?
Creio que o movimento Pró-vida só pode estar de parabéns.