Subscrever:
Enviar comentários (Atom)



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com



Create a playlist at MixPod.com
11 comentários:
Por isso é que as coisas andam como andam...
João:
Agora percebemos tudo acerca da luta da ministra contra os professores!!!
Carlos Dias Ferreira
João Severino
Com todo o respeito gostava de ver onde está escrito que a ME se assume como anarquista...
Caro Anónimo
Não tenho pachorra nem me interessa o que a ministra disse para nada. O que lhe posso dizer é que na edição de hoje do diário Público, na página 5 do P2, diz assim:
"(...) Para já, a ministra da Educação, que diz que se sente anarquista, tenta ter uma vida normal (...).
Olhe, caro Anónimo, afinal passei os olhos pela entrevista e voc~e deve ter falta de vista. Há um intertítulo que diz: "Ainda me sinto anarquista" e depois no texto a ministra explica a razão. Está satisfeito?
João Severino
Se não tem pachorra nem se interessa pelo que a ministra disse para nada, então, ou não opinava ou deveria no mínimo contextualizar a afirmação da ministra em causa. A ministra não se assume como anarquista, que como sabe é um movimento e uma forma de pensamento que actualmente e no caso português, não possui expressão ou enquadramento político/partidário...Sentir-se como tal é diferente de o ser, tratou-se apenas da expressão humana dum sentimento que não tem a ver com a realidade. O facto de MLRodrigues se encontrar aparentemente isolada no seio do movimento dos professores não equivale a concluir que não tenha razão...por antecipação eventualmente...é fácil bater-lhe no seio desse isolamento em que aparentemente se encontra...
Não lhe respondo porque já fui longe demais para com um anónimo.
Realmente refugiar-se no anonimato para dar opiniões é algo que não concordo, mas respeito a posição de cada um.
Agora, concordo com o João, é a própria ministra que o assume(ser anarquista) só não vê quem não quer. Acredito que se cometam "gafes" mas não se venha defender o indefensável e já agora que vivemos em democracia e sem medos talvez o anonimato não seja a melhor fórmula de opinarmos. Certo?
Carlos Dias Ferreira
Carlos Dias Ferreira
O vertente blog admite a troca de idéias sob anonimato.Aparentemente, e para o João Severino apresentar-se como Anónimo equivale a merecer menos consideração, o que siceramente lamento. Sou professor e tenho consciência que assumir o meu nome, nos tempos que correm e ainda que em democracia, pode equivaler à compra dum conjunto enorme de problemas que a participação no blog PPTO não justifica.Julgo compreender o estado de espírito da ministra da educação e é por isso que entendi questionar a afirmação demasiado gratuita e fora do contexto que foi produzida inicialmente...
Chego tarde, mas não resisto a dar conta de dois pontos.
1. Isto é um blogue e não um noticiário. Por isso, o João Severino não tem de «contextualizar» nada, se tal não lhe apetecer.
2. Se o anónimo que quer dar lições fosse rigoroso, teria de reconhecer que o Severino escreveu que a ministra «disse» e não que «assume»; de qualquer modo, parece factual que a ministra «se sente anarquista».
Portanto, ela disse e isso é quanto basta, porque é precisamente o que tem interesse para este 'post' neste blogue. Se este blogue fosse um 'contextualizador', perderia o interesse e a graça totalmente inconsequente. Mais vale manter isto e perder anónimos...
Mas qual era, afinal, o problema do Anónimo que tem medo de dizer o nome?! Que a ministra seja anarquista, ou tivesse sido, ou falar-se nessa afirmação dela?! Que pachorra, João, realmente. E diz o homem que é professor!Mas daqueles que compreendem como a ministra se sente.... claro, claro, estamos conversados.
Enviar um comentário