Pedro Santana Lopes deveria aproveitar o buraco do ozono e evaporar-se cheio de vergonha. Depois de andar a armar-se em primeiro-ministro, seguindo para vítima despedida por Sampaio e mais tarde em renascido para líder, vem-se a saber através de Nuno Morais Sarmento, que afinal PSL foi a quarta escolha de Durão Barroso para o cargo de primeiro-ministro, quando este resolveu pirar-se às responsabilidades e assumir o melhor tacho da Europa.
Nuno Moriais Sarmento, em entevista à revista Única, esclareceu que Durão Barroso perguntou-lhe se pretendia ocupar o seu lugar na chefia do Executivo social-democrata. Sarmento declinou e Durão convidou Manuela Ferreira Leite. Esta entendeu que não estava para aí virada e, então, Durão virou-se para Marcelo Rebelo de Sousa. O professor preferiu continuar a dar aulas e foi por isso que, nas opções de Durão, restou Pedro Santana Lopes. Depois, foi o que se sabe...
Comentário oportuno de S.F.:
Nuno Morais Sarmento resolveu, sabe-se lá porquê, só agora vir a público com algo que há muito sa sabia nos "poços" da política portuguesa. Mas, Morais Sarmento dizendo a verdade, mentiu. O que se passou é que Pedro Santana Lopes foi efectivamente a quarta escolha depois dos "convites" a Sarmento, Manuela e Marcelo. A verdade é que essa escolha resultou simplesmente de uma reunião entre Cavaco Silva, Durão Barroso, Manuela Ferreira Leite, Marcelo Rebelo de Sousa e Nuno Morais Sarmento, na qual ficou decidido que era imperioso "queimar" para sempre Pedro Santana Lopes colocando-o na chefia do Governo. Como escreveu e bem, depois, foi o que se sabe...
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2 pauladas:
Nuno Morais Sarmento resolveu, sabe-se lá porquê, só agora vir a público com algo que há muito sa sabia nos "poços" da política portuguesa. Mas, Morais Sarmento dizendo a verdade, mentiu. O que se passou é que Pedro Santana Lopes foi efectivamente a quarta escolha depois dos "convites" a Sarmento, Manuela e Marcelo. A verdade é que essa escolha resultou simplesmente de uma reunião entre Cavaco Silva, Durão Barroso, Manuela Ferreira Leite, Marcelo Rebelo de Sousa e Nuno Morais Sarmento, na qual ficou decidido que era imperioso "queimar" para sempre Pedro Santana Lopes colocando-o na chefia do Governo. Como escreveu e bem, depois, foi o que se sabe...
As coisas que agora se sabem? PSL jura a pés juntos que não.
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