
"A selecção de Macau de Hóquei em Patins é um grupo de pândegos que cabe numa cabina telefónica", escreveu em editorial certo dia o director do 'Jornal de Macau', João Fernandes.
Esta foto aqui publicada fez-me lembrar o João. Nunca mais soube dele. Não sei onde vive e esteja onde estiver quero que saiba que não lhe guardo qualquer rancor. A nossa diferença patenteada nas páginas dos nossos jornais sempre se pautou pelo respeito mútuo.
João Fernandes na hora em que podia ter sido um ser humano ignóbil, igual a outros que o foram, recusou-se a esse papel e quando se despediu de Macau demos um abraço.
A verdade é que ele foi um crítico da selecção de Hóquei em Patins que eu tinha formado para que pela primeira vez o território sob administração portuguesa pudesse estar presente no Campeonato Mundial da modalidade, Grupo B, em Paris.
E a crítica do João Fernandes deveu-se ao facto de a Associação de Patinagem de Macau ter pouco tempo de existência e de os praticantes ainda serem em número reduzido. Aconteceu que o João teve de "engolir" o que escreveu porque fomos a Paris e conseguimos um honroso lugar para quem ali estava pela primeira vez. Os três últimos lugares não foram para nós e conseguimos vencer alguns jogos incluindo contra o Japão, país que já participava há vários anos. Isto aconteceu há mais de 20 anos.
Daqui envio um abraço a todos os actuais praticantes e dirigentes do Hóquei em Patins de Macau que honrosamente projectam a modalidade no Oriente.
Esta foto aqui publicada fez-me lembrar o João. Nunca mais soube dele. Não sei onde vive e esteja onde estiver quero que saiba que não lhe guardo qualquer rancor. A nossa diferença patenteada nas páginas dos nossos jornais sempre se pautou pelo respeito mútuo.
João Fernandes na hora em que podia ter sido um ser humano ignóbil, igual a outros que o foram, recusou-se a esse papel e quando se despediu de Macau demos um abraço.
A verdade é que ele foi um crítico da selecção de Hóquei em Patins que eu tinha formado para que pela primeira vez o território sob administração portuguesa pudesse estar presente no Campeonato Mundial da modalidade, Grupo B, em Paris.
E a crítica do João Fernandes deveu-se ao facto de a Associação de Patinagem de Macau ter pouco tempo de existência e de os praticantes ainda serem em número reduzido. Aconteceu que o João teve de "engolir" o que escreveu porque fomos a Paris e conseguimos um honroso lugar para quem ali estava pela primeira vez. Os três últimos lugares não foram para nós e conseguimos vencer alguns jogos incluindo contra o Japão, país que já participava há vários anos. Isto aconteceu há mais de 20 anos.
Daqui envio um abraço a todos os actuais praticantes e dirigentes do Hóquei em Patins de Macau que honrosamente projectam a modalidade no Oriente.






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