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| De 25 de Abril de 1974 até 16 de Maio de 1974 não há Ministro da Educação, detendo a Junta de Salvação Nacional as atribuições dos órgãos fundamentais do Estado, entretanto destituídos
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| Eduardo Henrique da Silva Correia (1915-1991) - Ministro da Educação e Cultura de 16 de Maio de 1974 a 18 de Julho de 1974 |
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| Vitorino Magalhães Godinho - Ministro da Educação e Cultura de 18 de Julho de 1974 a 29 de Novembro de 1974 |
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| Vasco dos Santos Gonçalves (1922-2005) - Ministro da Educação e Cultura de 29 de Novembro de 1974 a 4 de Dezembro de 1974, tendo delegado competências em Rui Grácio (1921-1991), Secretário de Estado da Orientação Pedagógica (na foto) |
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| Manuel Rodrigues de Carvalho (1929-1999) - Ministro da Educação e Cultura de 4 de Dezembro de 1974 a 26 de Março de 1975 |
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| José Emílio da Silva - Ministro da Educação e Cultura de 26 de Março de 1975 a 10 de Setembro de 1975 |
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| Vítor Manuel Rodrigues Alves - Ministro da Educação e Investigação Científica de 19 de Setembro de 1975 a 23 de Julho de 1976 |
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| Mário Augusto Sottomayor Leal Cardia (1941-2006) - Ministro da Educação e Investigação Científica de 23 de Julho de 1976 a 23 de Janeiro de 1978 e Ministro da Educação e Cultura de 23 de Janeiro de 1978 a 29 de Agosto de 1978 |
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| Carlos Alberto Lloyd Braga (1928-1997) - Ministro da Educação e Cultura de 29 de Agosto de 1978 a 22 de Novembro de 1978 |
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| Luís Francisco Valente de Oliveira - Ministro da Educação e Investigação Científica de 22 de Novembro de 1978 a 7 de Julho de 1979 |
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| Luís Eugénio Caldas Veiga da Cunha - Ministro da Educação de 7 de Julho de 1979 a 3 de Janeiro de 1980 |
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| Vítor Pereira Crespo - Ministro da Educação e Ciência de 3 de Janeiro de 1980 a 4 de Setembro de 1981 e Ministro da Educação e das Universidades de 4 de Setembro de 1981 a 12 de Junho de 1982 |
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| João José Rodilles Fraústo da Silva - Ministro da Educação de 12 de Junho de 1982 a 9 de Junho de 1983 |
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| José Augusto Seabra (1937-2004) - Ministro da Educação de 9 de Junho de 1983 a 15 de Fevereiro de 1985 |
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| João de Deus Rogado Salvador Pinheiro - Ministro da Educação de 15 de Fevereiro de 1985 a 6 de Novembro de 1985 e Ministro da Educação e Cultura de 6 de Novembro de 1985 a 17 de Agosto de 1987 |
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| Roberto Artur da Luz Carneiro - Ministro da Educação de 17 de Agosto de 1987 a 31 de Outubro de 1991 |
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| Diamantino Freitas Gomes Durão - Ministro da Educação de 31 de Outubro de 1991 a 19 de Março de 1992 |
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| António Fernando Couto dos Santos - Ministro da Educação de 19 de Março de 1992 a 7 de Dezembro de 1993 |
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| Maria Manuela Dias Ferreira Leite - Ministra da Educação de 7 de Dezembro de 1993 a 28 de Outubro de 1995 |
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| Eduardo Carrega Marçal Grilo - Ministro da Educação de 28 de Outubro de 1995 a 25 de Outubro de 1999 |
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| Guilherme Pereira D´Oliveira Martins - Ministro da Educação de 25 de Outubro de 1999 a 14 de Setembro de 2000 |
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| Augusto Ernesto Santos Silva - Ministro da Educação de 14 de Setembro de 2000 a 3 de Julho de 2001 |
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| Júlio Domingos Pedrosa da Luz de Jesus - Ministro da Educação de 3 de Julho de 2001 a 6 de Abril de 2002 |
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| José David Gomes Justino - Ministro da Educação de 6 de Abril de 2002 a 17 de Julho de 2004 |
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| Maria do Carmo Félix da Costa Seabra – Ministra da Educação de 17 de Julho de 2004 a 12 de Março de 2005 |
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| Maria de Lurdes Reis Rodrigues – Ministra da Educação desde 12 de Março de 2005 |
3 comentários:
Por causa desta lista, talvez. Por falta de minstros é que não!
Podia vir dizer que escrevi mal a palavra 'ministros'. Mas não: eles pouco tiveram de ministros de facto, no tempo e no modo. Que é feito das sucessivas reformas do ensino prometidas e nunca concretizadas? Porque é que foram ficando pelo caminho (como se algum caminho houvesse!)? Que resultados temos actualmente, além do triste panorama que vemos?
Ainda hoje, não me sai da cabeça que a maior 'manif' de professores alguma vez pensada teve por base uma polémica sobre a avaliação do seu desempenho e mais uns quantos detalhes, que levaram o Ministério da Educação a travar-se de razões pelos mesmíssimos pontos.
Contudo, nem por uma vez ouvi que esse braço-de-ferro tocasse numa matéria-chave de que o País precisa como de pão para a boca: os conteúdos do ensino. Nenhuma das partes mostrou o mais pequeno interesse pelos conteúdos. E isso (que querem?) não me sai da cabeça...
Não sai da sua cabeça nem da de muita gente. Basta lembrarmo-nos do ensino da nossa História contemporânea, onde a maioria dos jovens nem sabe o que foi o 25 de Abril. Se calhar, ainda bem...
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