
Os Puma podem voltar a voar
A Força Aérea Portuguesa (FAP) tem "cerca de 50%" dos seus helicópteros EH101 parados por falta de peças, alguns dos quais "já foram canibalizados" para manter os restantes a voar.
Diferentes fontes da FAP adiantaram ontem ao DN que o ramo está a viver "uma situação crítica e muito melindrosa": por um lado, a empresa Agusta-Westland não consegue fornecer sobressalentes em número suficiente para manter a frota de 12 helicópteros a voar; por outro, o Ministério da Defesa continua sem celebrar o contrato de manutenção e operação dos aparelhos, que não foi assinado aquando da sua compra pelo então ministro Paulo Portas.
A Força Aérea Portuguesa (FAP) tem "cerca de 50%" dos seus helicópteros EH101 parados por falta de peças, alguns dos quais "já foram canibalizados" para manter os restantes a voar.
Diferentes fontes da FAP adiantaram ontem ao DN que o ramo está a viver "uma situação crítica e muito melindrosa": por um lado, a empresa Agusta-Westland não consegue fornecer sobressalentes em número suficiente para manter a frota de 12 helicópteros a voar; por outro, o Ministério da Defesa continua sem celebrar o contrato de manutenção e operação dos aparelhos, que não foi assinado aquando da sua compra pelo então ministro Paulo Portas.




2 pauladas:
A pressa de Paulo Portas foi comprar. Helicópteros, submarinos, todo-o-terreno, anfíbios, cachalotes ou pardais-ao-ninho, pouco interessava. Era preciso comprar. Manutenção? Ora: minudências! O segredo da boa política é comprar muito. E fotocopiar mais ainda...
O Paulo Portas nesta pode atirar as culpas para o Jorge Sampaio.
Ele pensava assinar os contratos de manutenção antes que acabasse o período de garantia, mas ele não lhe deu tempo.
Antes de vir embora, como estava de serviço à fotocopiadora, ainda terá pedido ao Telmo Correia que os assinasse por ele, mas Telmo Correia depois dos 300 despachos caiu para o lado e não foi capaz de assinar mais nada.
Enviar um comentário