A Câmara de Vila Real de Santo António apresentou uma queixa-crime à Procuradoria-Geral da República contra um funcionário que denunciou ilegalidades cometidas alegadamente pelo executivo (PSD) à Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT).
Fonte do gabinete do presidente da autarquia não quis comentar o processo em curso, adiantando apenas que o executivo apresentou queixa contra o funcionário pela suspeita da prática de actos ilícitos que "lesaram em mais de 1,5 milhões de euros" o erário público.
A notícia foi avançada esta semana pelo jornal "Correio da Manhã", que diz que a IGAT está a investigar a autarquia com base em denúncias de um funcionário, responsável pela Administração e Finanças do município e entretanto suspenso de funções.
De acordo com o jornal, o funcionário acusa o presidente da Câmara, Luís Gomes, de "assédio laboral e perseguição a funcionários", dizendo que nas duas vezes que se reuniu com o líder da autarquia lhe foram propostas irregularidades.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Que raio de democracia
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1 comentário:
Um caso para seguir atentamente...
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